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16 de Março, 2017 às 10:37 Por: wK1

Chupando a pica do motoboy do meu marido na copa do escritório

tags: Esposa puta; corno manso;
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Sou Raquel, 41 aninhos, moreninha, peitinhos grandes, bundinha média. Sou casada, mas liberada pelo marido para trepar com outros, principalmente porque ele curte me ver com mais homens, principalmente no estilo ‘marido traído’, onde fingimos que ele não sabe de nada e tem contato a posterior com o meu comedor, como se nada tivesse acontecido, somente para ver a reação do safado.
Num dia desses, sai mais cedo do meu trabalho e passei na empresa do meu marido, ele tem 9 funcionários, dentre ele o Marcão (motoboy). A empresa estava em reunião, pois estamos trocando de prédio, para um prédio mais bem localizado. Meu marido então estava em reunião com alguns funcionários. Já eram 18:30, a empresa já estava fechada, então fiquei esperando quando o Marcão apareceu e me ofereceu um café, aceitei. Ele foi a copa fazê-lo e eu fui acompanhado.
Marcão é um rapaz alto, moreno, sorridente. Braço tatuado e forte, destes de academia, coxa grossa, 25 anos, de conversa agradável. Falávamos sobre a mudança de endereço da empresa, que seria muito melhor para ele pela localização mais próxima da sua casa etc. Não resiste e joguei meu charme.
Eu: - Quanto tempo trabalha com o meu marido? (mexendo no cabelo e sorrisinho nos lábios)
Marcão: - A 2 anos.
Eu: - Tem namorada?
Marcão: - No momento não, estou soltou na pista.
Eu: - Nossa, um homão assim não pode ficar solto na pista, fica atiçando as mulheres (chupei a ponta do meu dedinho, e é claro que ele entendeu, só não quis se atirar pois era a mulher do patrão, então tive que eu passar o sinal vermelho).
Eu: - Vc é forte, faz academia?
Marcão: - Faço sim, a mais de 5 anos.
Eu (pegando no braço duro): - Caramba, quanto músculo, deve ter uma pegada.
Marcão: - A senhora está exagerando.
Eu: - Posso ver o seu tanquinho?
Marcão (já mais assanhado) levanta a camisa. O rapaz tinha a barriga toda definida, nunca tinha visto igual, comecei a passar a mão enquanto ele forçava os músculos, realmente parecia um tanque de tão duro.
Eu: - Nossa, deve ter sido muitas abdominais, não?
Marcão: - Muito esforço mesmo.
Eu (com a mão ainda na sua barriga fui descendo até o ziper): - E tem mais alguma coisa dura por aqui?
Marcão: - A senhora tem certeza? seu marido está lá dentro.
Eu: - Eu não resisto a um macho de verdade. Posso ver seu instrumento.
Marcão: - A senhora é doida. vou perder o meu emprego e vc seu casamento.
Eu: - Se for rapidinho ninguém vai saber.
Puxei ele para traz da geladeira, pois assim se ouvissemos algum barulho ele poderia entrar no banheiro. Ele rapidamente colocou a pica para fora e eu comecei a alisar. Em segundos a danada estava dura como pedra. Era uma pica negra, lisinha, de uns 19/20 cm, bem grossinha. E fiquei ali algum tempo acariciando.
Eu: - Nossa, isso que é um pau de verdade. A mulherada deve ficar louca quando vê.
Marcão: - A senhora é louca.
Eu: - Claro, olha o tamanho disto. fico imaginando ele todo dentro de mim.
Marcão: - Ai meu Deus.
Eu: - Fica de olho que vou dar uma chupada.
Me agachei atrás da geladeira e enquanto ele ficava de olho na porta chupava aquele membro enorme, que mal cabia na minha boca. Chupei deliciosamente aquela rola, passando a língua de baixo em cima, chupando as bolas, batendo com a pica na minha cara enquanto olhava para cara dele de assustando.
Eu: - Está gostando??
Marcão: - A senhora chupa demais. Mas estou com medo.
Eu: - Fala que eu chupo como uma puta, me chama de puta.
Marcão: - A senhora chupa muito melhor que puta, a senhora é uma verdadeira boqueteira.
Eu (com a rola na bola); Hummmmmm delicia.
Sei que o silêncio pairava no ar e eu fiquei ali por uns 10 minutos chupando a rola do Marcão. A buceta estava louca para ser comida, mas achei muito arriscado, não pelo meu marido que com certeza iria adorar, mas não sabia exatamente quem estava na reunião e podia pegar mal.
O Marcão, acho que pelo medo não gozava, eu então tive que pedir porra na cara. Tira a danada da boca e comecei a masturbar na minha língua pedindo.
Eu: - Dá leitinho para sua patroa, dá.
Até hoje não encontrei um homem que não gozasse ouvindo me pedir porra na cara. Homem nessa hora não a oportunidade e despeja a porra na cara da mulher. Não deu outra. ele gozou diretamente na minha língua, e segurei tudo dentro da boca. Me levantei com a porra na boca:
Eu: - Que leitinho gostoso, fiquei viciada, vou querer mais. (fazendo aquele risinho de putinha).
Marcão (levantando as calças e fechando o ziper): - A senhora não presta mesmo.
Eu, fui até a cafeteira e peguei o café que já estava frio, joguei fora e fiz outro. Fomos para a recepção e a reunião ainda continuando.
Eu: - Viu que dava tempo.
Marcão: - Eu sei, mas eu estava arriscando o meu emprego.
Eu (sentada na cadeira, de frente para a mesa onde ele arrumava alguns papéis): - Você gosta de comer um cuzinho?
Marcão: - A senhora é louca.
Eu: - Prefere buceta?
Marcão: - Vamos marcar outro dia e a senhora vai ver como uma macho trata uma puta.
Eu (abrindo um sorriso no rosto): - Ai sim, assim que se fala. Vou ficar sonhando com esse dia.
Sei que a porta da reunião abriu e os gerente começaram a sair. O mozão saiu e ficou surpreso.
Mor: - Vc já aqui. (dando me um beijão, com certeza já identificou o gostinho de saco de macho na minha boca)
Sei que chamou o Marcão para explicar-lhe os serviços do dia seguinte. Eu fiquei ali como boa moça só esperando. As outros foram embora e enquanto o Mor explicava o serviço de costa abri as pernas então no sofá em que estava sentada e como estava de saia curta puxei a calcinha para o lado, mostrando minha buceta. Marcão logo reparou e deu uma risadinha.
Fomos embora e na despedida falei baixinho para o Marcão: - Você foi demais hoje. Vou sonhar com a essa sua pica.
Chegando no carro, meu mozão que já tinha sacado tudo foi me perguntando tudo que tinha rolado. Ele ficou louco de saber minha safadeza, pediu para subirmos novamente para o escritório e o chupá-lo como fez com o Motoboy.
Eu, é claro, repeti a dose e tomei tudinho. Fomos para casa meio que planejando um jeito safado do marcão me comer ali mesmo no escritório.

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