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15 de Setembro, 2016 às 02:48 Por: Kctudo Comedor

Atrasei a parcela do AP e ganhei uma puta

tags: Antiga proprietária do meu AP virou minha amante
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Olá pessoal, vamos a mais um conto real das minhas aventuras sexuais.
Como alguns já sabem, sou moreno claro com 1,72m e 69Kg. Tenho 39 anos e moro na Grande São Paulo.
Em 2007 eu comprei um apartamento que estava financiado pela Caixa Econômica. Ocorre que a pessoa que me vendeu, tinha comprado de uma terceira pessoa e não transferiu a escritura, pois o AP estava financiado e por alguma restrição não foi possível realizar, então eu paguei para a pessoa que me vendeu (que por sinal é uma loira maravilhosa), mas quem assinou o contrato de compra e venda foi a Fran (nome fictício), a primeira proprietária, cujo nome estava o contrato da Caixa.
Bem, nessa época eu só tive um contato com a Fran, que assinou o documento em uma estação de trem em São paulo e nunca mais a vi.
Quando eu negociei a compra, tomei conhecimento de que haviam débitos no AP, prestações atrasadas, contas de água, luz e IPTU. Tratei de quitar, só não sabia de um detalhe, a Caixa Econômica havia bloqueado o envio de boletos por falta de pagamentos, era uma forma de forçar o devedor a procurar uma das unidades para negociar. O problema é que somente a proprietária poderia fazê-lo, então eu fiquei com um abacaxi pra descascar, porque não tinha contato nem com a moça de quem comprei, nem mesmo a Fran.
Passaram-se 2 anos, e somente em 2009 fui informado pelo porteiro do prédio que a suposta proprietária do meu AP havia ido lá muito braba por sinal, dizendo que ia entrar com ação de reintegração de posse do imóvel e pedir o meu despejo, por falta de pagamento, pois o nome dela havia ido para o SPC. A mesma deixou um telefone para contato.
Nessa época eu fazia um bico de gestor de segurança de um condomínio vizinho ao que morava e ficava lá à noite. Combinei com a Fran de me procurar, o que fez na mesma noite.
Ela chegou acompanhada de dois homens, que ficaram um pouco distante enquanto ela veio falar comigo.
Fran é uma mulher linda, uma morena de 1,40m e uns 58K. Cabelos lisos abaixo do ombro. Naquela noite ela estava usando uma saia preta curta com babados de renda e uma blusa preta com rendas aonde tinha um decote na frente que mostrava parte dos seus seios e nas costas era transparente.
Falei sério com ela e expliquei que tinha tentado todas as formas de sanar o problema e que o Poupa Tempo havia informado que eu devia localizar a proprietária, caso não encontrasse, que aguardasse um contato da Caixa para tentar renegociar o imóvel.
Ela estava mais calma e explicou que ficou nervosa porque não me conhecia e tinha tentado realizar uma compra e sua ficha tinha sido reprovada por restrição.
Como haviam se passado 2 anos de atraso, pedi que ela imprimisse os boletos e tentasse um parcelamento para que eu pagasse em 3x. No dia seguinte ela me ligou dizendo que já estava com os boletos e que era pra eu pegar com ela na casa do seu irmão ( um dos homens que foram com ela na primeira noite). Ao chegar na casa, bati palmas e o irmão dela apareceu. Quando me viu abriu um sorriso e perguntou se eu tinha gostado da irmã dele. Fiquei um pouco assustado mas nem respondi. Falei que tinha ido pegar os boletos e ele me convidou pra entrar, pois sua irmã estava à minha espera.
Fran estava com uma camisola de cetim vermelha e os cabelos penteados no meio parecendo a Mortiça da família Addams (risos).
A cumprimentei com um aperto de mãos e ela pediu que me sentasse e aguardasse um pouco.
Logo voltou com um copo de chocolate quente e um prato com bolo ainda quente.
Ela me disse que tinha feito pra mim e acabara de tirar do forno.
Aceitei de bom grado e passamos a conversar.
Claro, não tirava os olhos daquelas coxas lisas e torneadas. A camisola era um pouco transparente e dava pra ver que ela não estava usando sutiã e a calcinha era preta e minúscula.
Pra quebrar o gelo, falei da pergunta que seu irmão fez ao me abordar. Ela sorrio e falou pra eu não ligar pra ele, o mesmo tem problemas mentais e às vezes não fala coisa com coisa e que ela ia de 2 a 3 vezes na semana cuidar dele. Era casada e morava na zona sul.
Perguntei dos boletos e falei que ja estava de saída, então ela se retirou e voltou com os boletos impressos. Antes de sair perguntou se eu gostava de forró. Dei risadas, porque passei a vida na igreja e não sei dançar nada. Como poderia ir num forró e ficar de braços cruzados?
Ela me disse: - Eu te ensino se você quiser. É que aqui na minha rua vai ter um amanhã e estou sem companhia. Sabia que não era o programa ideal, mas pra ficar com ela não podia recusar. - Amanhã às 19? - Sim, pode vir que te espero aqui. Me acompanhou até o portão e tinha uma Kombi na garagem, Eu tinha ido de moto e deixei ao lado da Kombi. Tava tudo escuro.
Quando fui subir na moto, Fran veio atrás de mim e perguntou se eu não ia me despedir dela. Então eu me virei, peguei-a pela cintura e lhe dei um beijo longo de língua. Naquele momento já tinha me convencido de que a Fran seria minha puta.
Não perdi tempo e comecei a mamar aqueles peitos médios arredondados, durinhos e pontudos.
Ela mandou eu parar porque a garagem era aberta e todos os vizinhos a conheciam e sabiam que era casada.
Eu não me incomodei. Me apoiei de costas na moto e a peguei nos braços. A coloquei com as pernas na minha cintura e fui apertando a sua bunda, sentindo aquela bucetinha roçando no meu pau sobre a calça jeans. Foi delicioso beijar sua boca nesse amasso todo.
Quando passei a mão por baixo da bunda dela, percebi que ela estava molhadinha e a minúscula calcinha estava enterrada na sua buceta gosmenta.
A coloquei de volta no chão, tirei minha calça e a peguei novamente nos braços. Puxei sua calcinha pro lado e meti a cabeça do pau na sua bucetinha. Ela falou: - Aqui não gostoso, espera até amanhã pra ficarmos à vontade. Eu calei sua boca com um beijo, segurei na sua bunda com as duas mãos e a puxei para mim. A tola entrou de uma vez por conta do seu peso que me ajudou. Ouvi um grito seguido de gemidos contínuos. Quando ela conseguiu falar, disse que meu pau era muito grosso e era um animal.
Eu só segurava sua bunda e beijava sua boca. Ela deu um show de buceta.
Rebolava e batia a xoxota com violência no meu caralho.
Após algum tempo de bombadas ela colocou o rosto junto ao meu, senti seus cabelos cheirosos emaranhados no meu rosto e ela me abraçou forte com as pernas. Foi um gozo de alguém que parecia estar descobrindo o sexo.
Saí andando com ela nos braços e o pau latejando dentro da sua rachada. A encostei na lateral da Kombi e falei: - Agora é a minha vez.
Dava tanta bombada naquela buceta que a erguia com meu pau. Ela anunciou outro gozo e eu falava putaria bem baixinho no seu ouvido.
-Era isso que você queria? Gosta de pau sua vadia? Toma aí. Tô fodendo sua bucetinha sem camisinha e seu marido nem imagina. Quando falei isso ela gozou de novo. Quando olhei pro lado, o irmão dela tava me olhando e falou:- Eu sabia que você tinha gostado dela. Eu vi como vocês ficaram conversando aquele dia. Namora com ela moço.
Eu a coloquei no chão e pedi que se virasse de costas pra mim. Ergui sua camisola e tirei completamente a calcinha encharcada e entreguei pro seu irmão.
Abri um pouco suas pernas, apoiei seus braços na Kombi e soquei novamente na bucetinha apertada.
Perguntei a ela se o marido não comia, porque era muito apertada.
Ela falou que trabalha de dia e o marido trabalha à noite. Ele era um bom marido mas não era culpa dele. Então eu disse: - Pode deixar, vou dar uma forcinha pra ele. Segurei seus cabelos longos e com a outra mão na sua cintura. Pareciam rédias de um aégua depravada.
Bombava fundo com força dando marretadas no seu útero.
Falei pra ela: - Goza comigo minha putinha, dá esse presentinho pra mim. - Ah, eu vou gozar, mete na sua cachorra mete, ai, ai...
Gozamos juntinhos e eu abracei seu corpo fazendo suas costas encostarem no meu peito e beijei sua boca de ladinho. Ficamos algum tempo em pé com minha trolha atolada na sua buceta por trás.
Ela me falou: Nossa, uma rola grande faz toda diferença. Mas parece que você me rasgou toda. Vem amanhã no forró e depois quero conhecer seu AP. Me disseram que você reformou e é o AP mais caro do condomínio, é verdade?
Respondi: As pessoas falam demais. Amanhã eu te mostro.
Não deixem de ler o próximo conto da Fran no meu AP.

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