Me chamo Jota (fictício), tenho 35 anos, e vou contar uma história de quando tinha 21 anos e peguei minha prima Talise (fictício) de 15 anos.
Na minha adolescência, devido a timidez e falta de dinheiro, vivia batendo punheta e fantasiava comendo vizinhas, professoras, primas, etc. Qualquer oportunidade que tinha de apreciar uma bela bunda, pernas e corpo gostoso de mulheres, aproveitada pra dedicar uma punheta.
Desde a adolescência compreendi que se quisesse comer bucetas de mulheres gostosas, eu teria que ser considerado um bom partido, e para isso, teria que ter um bom emprego. Assim, estudei e passei em um bom concurso público que me possibilitou abrir muitas pernas de mulheres lindas.
Tudo começou quando eu era adolescente e minhas duas primas, de uma cidade próxima aqui do interior de PE vinham nos visitar e passavam alguns dias em nossa casa.
Uma delas, a mais velha, com cerca de 14 anos (Tami), morena, seios já desenvolvidos, pernas torneadas, cabelo grande e liso. A mais nova (Talise) não importa agora, pois ainda era criança com cerca de 10 anos e ficava alheia a paquera minha e da irmã, nossa história só começou uns cinco anos depois. E eu um rapaz mirrado com 17 anos.
Tami era sapeca, ficava me cantando, me beliscava, me provocava com shorts curtos e sensualidade, contudo, eu não tinha coragem de chegar junto, por respeito ao meu tio e devido a timidez exagerada, além de que, naquela época, sempre tinha gente em casa que dificultava qualquer atitude proativa, o que me causa arrependimento até hoje de não ter arriscado mais naquela época. Minha história com Tami, conto em outro momento, pois passaram-se alguns anos e perdemos mais o contato.
Contudo, quem passou a nos visitar com maior assiduidade foi a prima mais nova (Talise), a essa altura, já com 15 anos, branca, baixinha, com peitos grandes, pernas e bundas bem feitas, cabelo grande e preto, rosto e corpo lindo, tinha se tornado uma bela mulher. Já era uma moça bastante desejada pelos rapazes.
Nessa época, eu já estava namorando, tinha 22 anos de idade, um trabalho bom e já tinha perdido bastante a timidez.
Talize, era mais fogosa que a irmã mais velha e sempre ficava me perguntado se eu e sua irmã (Tami), tivemos um caso no passado. Apesar de negar, ela não acreditava, pois sabia que sua irmã vivia se oferecendo no passado.
Ocorre que, pra minha sorte, Talize também estava me paquerando e por um tempo, eu ainda exitei devido à diferença de idade, por medo do meu tio descobrir e por já estar namorando.
Decidi corresponder as insinuações dela. Passei então a elogiar sua beleza e toda vez que ela vinha me cutucar para fazer cócegas, eu aproveitava e passava a mão em seus seios fartos ou pegava em sua linda bunda, o qua a fazia recuar. Ficamos nesse jogo por vários dias, e toda vez que eu ousava tocá-la com lascívia, ela recuava, mas eu sentia que gostava.
Certo dia, aproveitei que minha mãe saiu rápidamente pra ir ao mercado na esquina e não havia mais ninguém em em casa, parti pra cima e a puxei pra o canto da cozinha onde estávamos e lhe disse que não escaparia naquele momento, foi quando com o coração acelerado a agarrei e lhe beijei, e nesse momento não ofereceu resistência, correspondendo a minha investida. Chupei bastante sua língua e comecei a passar a mão em seu corpo escultural, sendo refreado em certos momentos. Já de pau bem duro, a encostei na parede e passei a esfregar meu pau em sua bucetinha, ainda que vestidos com nossas roupas, ao tempo em que pegava em seus seios e tentava levantar sua blusa para chupá-los. Ela se segurava o quanto podia, pois não imaginava que eu tentaria ir tão longe. Durou pouco tempo e minha mãe retornou para casa e tivemos que interromper.
A partir desse dia, decidi que iria comê-la de todo jeito na primeira oportunidade que tivesse já que se recusava a sair comigo no carro, pois sabia que não me escaparia e que eu tiraria sua virgindade.
No dia seguinte, a tarde, todos da casa estavam tirando um cochilo nos quartos, exceto ela e eu, e assim, ficamos sós na sala. Nesse momento, tentei lhe beijar e implorava para que me deixasse chupar seu corpo, contudo, devido a casa ser pequena e pelo risco de sermos pegos em flagrante, ela não permitia. A situação se inverteu pois, eu antes era provocado e agora era o proocador. Em dado momento, minha irmã veio ficar na sala conosco e atrapalhou minhas investidas, foi quando decidi ir para o meu quarto, onde, de minha cama, poderia ficar olhando minha prima no sofá que estava sem que minha irmã percebesse, já que estava em outro sofá, o qual não era visível do meu quarto.
Nesse momento, já excitado, fiquei gesticulando da minha cama para que minha prima abrisse discretamente as penas para que eu pudesse apreciar sua bucetinha, a qual ainda não tinha visto. Ela ficou relutante pois, como minha irmã estava no outro sofá, teria que ficar de olho nela e ao mesmo tempo me dá um toque, caso alguém passasse em frente ao meu quarto.
Sentado em minha cama, em momento de intensa adrenalina, baixei um pouco o meu short e passei a lhe exibir meu pau duro feito pedra que tem 17cm. Ela ficou tensa, pois, ora olhava para mim, ora olhava para os lados para ver se alguém não me pegaria em flagrante. Percebi que ficou encantada com a visão do meu pau, pois passou a mudar de fisionomia, ficou séria, e um pouco nervosa, pois meu quarto ficava numa rota da casa de muito movimento, e caso alguém fosse sair ou entrar em casa, teria que passar pela frente dele.
Aos poucos, comecei a bater uma punheta pra ela que foi se intensificando. Eu ficava gesticulando e lhe implorava por ver um pouco de peito ou buceta. Ela estava inquieta e gesticulava discretamente que não. Depois foi relaxando com a situação e deitando discretamente no sofá, aproveitando pra abrir as penas para que eu pudesse me deliciar com a visão de suas pernas abertas para mim. Ela passou a apreciar de forma mais direta a punheta que eu batia casa vez mais eufórico e de forma intensa. Enquanto me masturbava, ficava gesticulando pra ela dizendo que queria meter nela, eu ficava olhando para sua buceta e passava a língua pelos lábios dizendo que queria chupá-la, sefurava o pau e batia ele em minha mão, insinuando que queria fazer aquilo em seu rosto. Eu tava em êxtase e muito depravado. Dava pra perceber que ela parecia não acreditar no que via, pois, em poucos dias eu havia mudado radicalmente minha atitude com ela. Percebi que ela também respirava forte e ficava me olhando aparentando está com bastante vontade de ir ao quarto e pegar no meu pau. Contudo a situação não permitia.
Em dado momento, quando estava quase gozando, ela se mexeu bruscamente no sofá, dando a entender que alguém se aproximava. Tive que levantar o short rapidamente, mas meu pau continuou o gozo que havia iniciado na cueca. Fiquei um pouco frustrado porque minha gozada foi interrompida e queria que ela me visse nauele momento mágico liberando toda aquela carga por sua causa.
À noite, fomos todos à pizzaria perto de casa, inclusive, minha namorada linda. Estavamos todos conversando depois de comer, momento em que Talize resolveu voltar para casa pois alegou está com um pouco de dor de cabeça e assim o fez.
Passados uns 10 minutos, cheio de tesão e pensando que minha prima estaria sozinha em casa, decidi arrumar uma desculpa para passar em casa e tentar dar uns pegas na novinha tesuda. Disse que iria ao banheiro em casa já que não gostava do daquele ambiente e disse que voltaria rápido a pizzaria, pois ninguém desconfiava de atração mútua. Saí e deixei minha namorada com meus familiares.
Chegando em casa, verifiquei se realmente estávamos sós e fui ao quarto onde ela estava deitava. Quando me viu se assustou e pediu que eu fosse embora. Pedi para se acalmar e já fui deitando por cima e beijando sua boca, ao tempo em que pegava em suas pernas e abria e ficava roçando em seu corpo.
Estava escuro, e lhe pedi para ver seus seios, ela resistia pois tinha trauma porque os achava muito grande. Eu disse que era louco por eles e insisti que queria ver por um momento que fosse. Depois d muita insistência ela rapidamente levantou a blusa e baixou um pouco do sutiã. Apesar do escuro, aqueles seios foram os mais lindos que vi em toda minha vida, pois eram grandes e com biquinhos pontudos. Fiquei babando e com o pau em tempode estoura de tanto tesão. Quando tentei beija-los, ela resistiu e se recompôs. Em dado momento segurei seus braços com apenas uma mão e coloquei seus seis a mostra, apesar da resistência, passando a chupá-los com vigor, com muito tesão, enquanto ela mordiscava a boca e tentava oferecer resistência de forma nao intensa. Entretanto, ao menor barulho, ficávamos tensos pois alguém poderia entrar rapidamente em casa.
As mamadas que dei ficaram em minha memória, e as lembro como se tivesse sido hoje. Passei uns 7 minutos lhe lambendo e quando estava descendo para baixar sua calcinha e finalmente chupar sua buceta, ouvimos o som da porta da casa se abrindo, ocasião em que corri para o banheiro.
No dia seguinte, ela teve que viajar de volta a sua cidade sem que eu conseguisse sequer chupar entre suas pernas ou comê-la. Disse-lhe que nossa história estava inacabada e que ela ficaria me devendo uma boa trepada.
Tivemos outros encontros e contarei esse história depois.