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18 de Junho, 2017 às 12:47 Por: celossantos

Amiga colorida

tags: japa, japonesa, gordinha, negro, encontro, virtual
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Meu nome é Marcelo, tenho 1,73 de altura e tenho um corpo malhado e sou moreno.

A um tempo que fiz um cadastro em um site de amizades, e nesse site conheci a Marcela.

Depois de um tempo conversando via email, nós trocamos número de telefone e passamos a usar o WhatsApp, e finalmente passamos a ver quem realmente era cada um.

Ela uma mulher divorciada com uma filha, uma japonesa bem bonita e gostosa, que morava no interior de SP e ela viu quem eu era via a foto do aplicativo.

Conversávamos sempre sobre tudo incluindo preconceitos, família e relacionamentos e com o passar dos dias acabamos naturalmente falando de sexo.

Depois das primeiras conversas sobre o assunto, as conversas acabaram naturalmente ficando mais picantes, tendo sempre provocações, vontades e as mais variadas safadezas que podem imaginar.

Depois de um tempo acabei perdendo o emprego e ao comentar isso com ela, acabou me falando que onde trabalhava estava precisando, e que tinha algumas casas de aluguel caso quisesse.

Não pensei duas vezes, já bem estressado da rotina de uma cidade com a de São Paulo, aceitei a proposta e arrisquei ir para viver em no interior.

Chegando, me encontrei com ela na praça no centro da cidade e finalmente nos conhecemos pessoalmente. Foi tudo muito bacana, devido às conversas diárias, tudo aconteceu bem naturalmente, demos um abraço bem forte e apertado, trocamos carinho e conversamos por 30min mais ou menos.

Ela então falou pra que seguisse o carro dela, que iria me mostrar o caminho para a casa que iria me alugar. Pra mim surpresa era ao lado da casa dela. Uma casa pequena, mas aconchegante, que seria perfeita para um cara solteiro como eu.
Depois de me instalar e de ser apresentado na empresa onde ela trabalhava, finalmente estava começando a me sentir bem e adaptado na nova cidade.

Sempre acabava me encontra e conversando com a Marcela, na empresa conversas mais rápidas, durante os finais de semana a gente ficava conversando por hora. As conversas sempre mantiveram um tom mais de amigos, era raro tocar em assunto mais picante. Até que um dia estava passando roupa, como sempre faço eu fico de cueca e ouvindo música, acabei não ouvindo chamar no portão. Como eu deixo aberto, ela acabou entrando e sem avisar abriu a porta.

De inicio ela começou a pedir desculpas e ficou bem vermelha, eu, sem saber o que fazer, apenas falava pra ela ficar calma que estava tudo bem. Ela ficou vermelha, mas não desviou o olhar do meu corpo, pelo contrario, fixou o olhar em mim e não voltou pra fora. Depois de alguns segundos que mais pareceram horas, ela encostou a porta e ainda vermelha deu um passo em minha direção. Com o coração acelerado olhei diretamente nos olhos e perguntei.

- Veio pra me ajudar?

- Sim, vim pra ajudar no que quiser.

Sem pensar duas vezes, arranquei o fio da tomada do ferro de passar e agarrei ela bem forte.
Demos um beijo bem demorado, passando uma mão nos seus seios por cima da roupa e a outra apertando bem forte a bunda dela.

Comecei a andar em direção ao quarto desse jeito e já aproveitando pra tirar a blusa dela, e pude ver o volume daqueles seios gostosos e seus bicos duros e empinados. Ao chegar ao quarto a virei de costas pra mim e desabotoei o seu sutien, e de deitei ela na cama de bruços.

Joguei meu corpo sobre o dela e enfiei a mão por baixo do seu corpo, desabotoei a sua calça jeans e comecei a beijar a nuca dela. Enquanto ia tirando a sua calça, ia passando a língua na sua coluna. Via seu corpo se contorcendo, dava pra sentir os pelos arrepiando ao passar a ponta da língua. Depois de tirar toda a calça. Voltei pra cima do corpo dela beijando suas pernas, sua bunda enorme, linda e super empinada.
Que gordinha gostosa, era a minha primeira vez com uma oriental, e estava sendo com uma que era perfeita.

Passava a língua na sua bunda e na calcinha, sentia aquele cheiro de buceta molhada, o que me deixava louco, virei ela de frente pra mim, segurei em suas mãos e a fiz sentar na ponta da cama. Me coloquei em frente pra ela e aproximei o meu pau duro que quase rasgava a cueca.

Ela olhou pra mim, e percebeu o que queria. Abaixou o suficiente para o meu pau sair pra fora e o abocanhou com força. Chupava como uma louca, engolia o máximo que conseguia engasgava, respirava um pouco e voltava a fazer a mesma coisa.

Aquilo me deixava maluco, ela sabia que não tinha boca pra um pau preto daquele tamanho, mas mesmo assim tentava e tentava.

Quase que implorando depois de alguns minutos chupando, ela me pediu pra fuder ela gostoso.

- Não aguento mais de tesão, enfia todo esse pau gostoso dentro de mim. Me fode meu negão gostoso.

Sem pensar, a deitei na cama, e arranquei a sua calcinha, apontei a cabeça do meu pau na sua bucetinha e comecei a enfiar aos poucos.

Seu rosto pegava fogo, seu olhar era de puro tesão, segurou na minha cintura, passou a perna por trás das minhas e puxou até sentir o meu pau entrar por completo. Ela fechou os olhos e deu um grito de tesão, olhou pra mim novamente e pediu pra socar forte.

Socava com força e vontade, olhava nos olhos delas que estavam vidrados e arregalados olhando pra mim.

O suor já escorria pela sua testa, sua mão suava nas minhas costas, sua perna tremia enroscada na minha. Não demorou muito e senti o calor do seu banho no meu pau.
Virou a cabeça para trás e gemeu alto e gozou muito, era impressionante como escorria pela cama, tremia, apertava o meu braço e suas pernas ficaram moles, demorou bons minutos para conseguir voltar ao normal. Quando finalmente conseguiu olhar pra mim novamente, começamos a nos beijar loucamente.

Depois disso mordi a orelha dela e disse bem baixinho em seu ouvido.

- Vem cá minha japinha gostosa, empina essa bunda pra mim vai.

- Me deixa ver esse rabo gostoso rebolando enquanto soco gostoso nessa bucetinha gozada vai.

Sem pensar ela empinou aquele rabo lindo e gostoso, apoiou a cabeça na cama, virou o rosto pra mim, abriu as pernas para que pudesse ver aquela buceta gostosa e disse.
- Pronto meu nego safado.

- Fode sua japinha vai. Arregaça bem gostoso.
Com o pau explodindo de tão duro, as veias cheias de sangue, molhado de tanto que ela havia gozado, atendi o seu pedido.

Segurei a sua cintura com a mão esquerda e com a direita encaixei a cabeça do meu pau na sua xaninha.

Me debrucei em suas costas, segurei em seu cabelo com a mão direita e comecei a enfiar bem devagarzinho.

Mordia o seu ombro e enfiava mais um pouco, puxava o seu cabelo até a orelha ficar visível, mordi e enfiei até o fim. Comecei a socar devagarzinho pra poder sentir cada centímetro daquela buceta gostosa e depois de algumas bombadas assim, me ergui, segurei na sua cintura com as duas mãos e comecei a enfiar com mais força e velocidade.

Que visão linda, que rabo gostoso que aquela japinha tinha. Nunca imaginei que era tão gostosa, quando passava por mim vestida com aquelas calças larga e blusa mais soltas. Ficava escondendo todo esse corpo tesudo essa gostosa.

Por isso vai ter de ser castigada, não pode ocultar algo tão bom assim de mim.
Socava com força enquanto ela gemia alto e pedia mais, mordia o meu travesseiro, colocava o rosto nele e gritava alto abafando o som nele.

Percebi que queria gritar alto em um volume que todos ouvisse, a sua cara era de puro tesão. Olhava a sua nuca suada, suas costas com o suor do meu corpo, um suor que pingava e escorria pela sua coluna até o seu ombro e depois molhava o lençol.

Apertava aquele rabo até marcar a minha mão e puxava com vontade em direção ao meu corpo, enfiava até as minhas bolas baterem contra a sua perna, afastava até a ponta da cabeça do meu pau e voltava a enfiar fundo. Fiz isso até que não consegui mais segurar e dei um grito alto e longo.

Olhei para baixo e puxei o meu pau até a cabeça dele aparecer e vi que gozava feito um cavalo. Olhava a minha porra escorrer pelo grelinho dela e ir descendo pela sua perna, misturado com o meu suor que pingava em sua bunda empinada me convidando pra devora-la novamente.

Esfregava a cabeça do meu pau no seu grelinho enquanto ele cuspia litros de porra sem parar, ela tremia e gemia apertando o lençol entre os dedos, olhou pra mim e disse.

- Gozou gostoso meu nego safado, enfia ele vai, deixa eu sentir o calor do seu corpo.
Fiz como ela pediu e terminei de gozar dentro daquela buceta quente. Abracei as costas dela, apertei o seu corpo e o puxei contra o meu o mais forte que pude.

Enquanto gozada dentro dela, beijava o seu ombro e alisava os seus seios e corpo.
Finalmente deitamos agarrados e engatados um no outro e ficamos assim por um bom tempo, apenas quietos, trocando caricias e sentindo um o calor do corpo do outro.

Quando finalmente conseguimos desencaixar e virar um para o outro, olhamos uma para o outro, nos beijamos e a coloquei no meu peito.

Fiquei ali alisando o seu cabelo, enquanto conversávamos sobre coisas da semana de cada um.
Depois dessa primeira vez, tudo mudou, e a nossa amizade ficou ainda mais intensa.

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