E agora doze anos depois, meu marido rompe com Rafer. Ele tinha financiado as três campanhas que fez de meu marido um deputado federal.
Descaradamente, Rafer exigiu que meu marido me desse como garantia para o investimento em sua nova campanha para senador. Meu corninho negou.
Fiquei toda orgulhosa de meu maridinho por me amar e me respeitar tanto assim.
Ele estava dando um ponto final a sua carreira política, mas não abriu mão de mim.
Mas o que seria de Ariovaldo sem Rafer por trás e literalmente atrás de mim, pois era minha polpuda bunda e meu cuzinho a moeda de troca pelos financiamentos as campanhas que Rafer fazia ao meu marido.
Eu me sentia responsável por esse sacrifício e decidi, secretamente, continuar dando a bunda pro Rafer pra ajudar meu marido.
Assim, no dia seguinte, recebemos um convite para um coquetel recepção no triplex de Rafer. Ele me disse que Bernardo estaria lá também.
Eu gastei todo meu poder de sedução pra fazer meu maridinho comparecer.
Eu amava o ar de admiração que meu marido fazia toda vez que eu me aprontava para ir à essas recepções.
Ele não imaginava como eu adorava aquele olhar, nem que eu estava sem calcinha por baixo daquele vestido longo.
Chegando lá, fiquei sabendo que Bernardo não estava. Aquilo foi um truque pra me atrair. Eu fiquei chateadíssima. Fazia uns seis meses que não via meu negro.
Nem meu marido, nem Rafer entenderam as lágrimas em meus olhos. Só mesmo Bernardo saberia o que passa no coração de uma mulher.
Numa oportunidade que meu marido me deixou a sós, Rafer me disse que Bernardo iria passar o fim de semana na chácara dele.
Novamente, lá fui eu convencer meu marido a passar o fim de semana na chácara de Rafer.
Novamente, Rafer me enganou, embebedou meu maridinho, me chantageou pra fazer um sessenta e nove com ele e comeu bem gostoso meu cusinho.
Como meu marido ainda dormia, aproveitei pra dar uma volta e fui parar nas cavalariças. Então, vi minha chance de vingança.
Todos sabiam que um dos negócios de Rafer era a criação de puros-sangue.
Um belo espécime, chamado de Dobro, por ser tão bom quanto seu pai, meu Gêiser, ao me ver, teve sua narinas dilatadas e relinchou baixinho por uns bons minutos. Parecia que me dizia que seu pai tinha lhe contado a meu respeito.
Sem nenhuma cerimônia, entrei na báia e com minhas mãos em ambos os lados de sua bocarra, lhe beijei demoradamente, passando minha língua pelos enormes dentes.
Eu via as narinas dele se contraírem e se expandirem, mas ele não movia um só músculo como que apreciando aquela exótica caricia.
Num ímpeto, eu chupei o beiço inferior.
“Que coisa gostosa! Ah, dessa vez eu vou chupar o filho, custe o que custar!”.
Tirei Dobro da báia e o levei a um lugar ermo dentro da chácara.
Fui me despindo pra Dobro e deixando que ele me lambesse toda. Essa caricia da língua do cavalo me deixou como um fio desencapado de êxtase.
Eu sabia que era uma loucura. Que não caberia aquela coisa maravilhosa na minha boca. Imagine em meu cusinho.
Mas eu queria de qualquer jeito. Eu queria me violentar, me arrombar. Só um cavalo como aquele entende os desejos de uma mulher.
Me abaixei ao lado de Dobro, ficando de frente para a magnífica rola malhada em diversas cores, mas com o rosa se sobressaindo perto da cabeçorra.
Tomando toda minha coragem, fiquei de quatro para alcançar as duas pesadas bolotas de seus bagos.
Cheirei, lambi e pus o máximo que pude dentro da boca. A visão daquela coisa era por demais afrodisíaca pra mim.
Homem nenhum tinha um saco com bolas tão perfeito como aquele.
Caramba, eu me lambuzei toda!
Pra aumentar meu orgasmo, Dobro torceu seu pescoço e facilmente alcançou toda minha costa com sua língua de veludo. Quando ele sentiu o salgadinho de minha xotinha, sua língua se tornou mais frenética até parte dela se alojar dentro de meu útero.
Eu fiquei parada por uns bons minutos devido ao prolongado orgasmo que tive com língua de Dobro dentro de minha xaninha.
Sua imensa rola dava pulos em meu ombro, onde estava apoiada, como me pedindo que eu não a negligenciasse mais.
Sem ainda terminar meu orgasmo, tomei o máximo que cabia da rolona do esplendido garanhão em minha boca.
Chupei e chupei como uma desvairada, nunca tendo saboreado textura tão gostosa.
Dobro deve ter sentido a apertada abertura de minha boca quando consegui, pelo menos meter dentro, toda a esponjosa cabeçona.
Tanto que ele vergou um pouco sua traseira, parecendo que ia gozar, retirando sua língua de minha xaninha e levantando a cabeça pra cima, apreciando minha felação equina
“Aaah, ele tem que gozar! Eu tenho que fazê-lo gozar! Não só terei o maior orgasmo de minha vida... como minha vingança estará completa!” – E foi que aconteceu.
Dobro voltou a percorrer com sua língua toda minha espinha dorsal até que a ponta tocou na boquinha de meu anus.
“Deus do céu que coisa louca! Essa língua e como um cacete de vida própria se contorcendo dentro de meu rego e... e... meu deus! Ele... ele vai conseguir... meter ela...meter ela... em meu cusinho!”
E foi isso que aconteceu. Pelo menos eu senti um palmo da lingua de Dobro inteira dentro de meu cusinho!
Que gozada estrondosa que eu tive! Como eu poderia viver agora sem aquele cavalo?!
Meu gozo foi intenso que eu tive que abandonar a colossal rola de Dobro devido a ânsia por ar que a língua daquele danado fazia com que eu perdesse a respiração e eu gritasse tanto de prazer.
Já com experiência, logo engoli a cabeçorra e mais um pouquinho. Mesmo assim ainda tinha quase um metro de pica pra eu ficar sentindo o sangue puro lhe correr pelas veias.
Tive um rápido orgasmo quando senti com as mãos a tora se inchar e a explosão de porra vir percorrendo internamente, até a forte ejaculação em minha boca.
Não preciso dizer que foi tão forte que saiu até pelas minhas narinas, literalmente me dando um banho de porra.
“Quanto vale o esperma daquele garanhão chamado Dobro?” – perguntei a Rafer, sentada ao lado de meu marido que ainda dormia no sofá.
“Por volta de um milhão de dólares.” – Ao lado de meu marido que dormia, abri minha blusa expondo meus seios ainda encharcados com a porra de Dobro.
“Acabei de tomar um banho com o esperma dele!”
O grito que Rafer deu fez meu marido acordar. Eu só tive tempo suficiente pra por uma almofada em cima de meu busto, enquanto meu maridinho abria os olhos ainda atordoado, sem saber que um cavalo o fez de corno.
A nossa frente, Rafer com o rosto avermelhado me encarava tentando disfarçar a raiva.
“Voce tem visto o Bernardo?” – perguntei displicentemente.
Meu marido pensou que Rafer estava tendo um ataque do coração, pois ele não respondeu e estava ficando roxo.