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03 de Outubro, 2017 às 15:32 Por: Sil23

A putinha das amigas - parte 2

tags: amigas; lésbicas; fetiche; bdsm; masturbação; punição
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Abri a porta e elas entraram me empurrando pra dentro, dizendo que tinham ficado preocupadas deu não atender as ligações e que elas sabiam que eu tinha olhado o facebook delas. Aí falaram que eu precisava ser punida por isso, pra eu aprender a ser obediente e amarraram de novo minhas mãos pra trás com o barbante que elas tinham trazido, dobraram meu babydoll pra cima e uma ficou segurando, baixaram minha calcinha e me fizeram ajoelhar com as pernas bem abertas. Então pegaram meu celular, que é pequeno, e atarracharam ele dentro da minha pepeka bem devagarinho até ficar todinho lá dentro e daí puseram minha calcinha de novo e me levantaram puxando minha calcinha com força pra cima, socando ela na minha pepeka e baixaram o babydoll de novo. Comecei a suar frio pensando que o celular ia ficar preso dentro de mim! Daí começaram a ligar pro meu número e o vibracao começou a fazer o serviço. Fui ficando tão excitada que as minhas pernas bambeavam, e fui suando tanto que o babydoll começou a grudar no corpo e meus seios ficaram bem visíveis e meus mamilos bem pontudos debaixo do pano. E elas rindo, dizendo que eu tinha cinco minutos pra tentar atender a ligação, senão eu teria que ter outra punição. Comecei a me mexer que nem uma boneca desengonçada e não conseguia por as mãos pra frente nem alcançar a minha pepeka por trás, então me ajoelhei e fiquei mais ou menos de quatro, só que em vez das mãos no chão eram meus seios que aguentavam todo o peso do meu corpo. Então com as mãos pra trás eu fui usando os dedos pra baixar a calcinha, mas eu só conseguia sentir que a parte da frente entrava mais na minha pepeka, e eu quase tendo um orgasmo e não conseguia pensar em nenhuma outra solução e as minhas amigas rindo e me filmando com os celulares. Daí uma delas gritou quatro minutos e eu resolvi cair de lado e depois fiquei deitada de barriga pra cima e fui me arrastando pelo chão, então a calcinha foi se dobrando pra baixo e depois de um tempinho já tava quase toda fora, só ainda com a parte enfiada na minha pepeka. Quando falaram três minutos eu tive um orgasmo daqueles e elas aplaudiram e gritaram vendo eu me contorcer toda no chão, aí quando eu consegui me controlar eu virei de bruços com as pernas abertas pros lados, dobrando os joelhos, tipo como uma rã, e fui me arrastando pra frente até que a calcinha soltou. Aí uma delas pegou a calcinha e enfiou na minha boca com a parte que tava gozada pra ficar na minha língua. Quase que me deu vontade de vomitar mas eu me aguentei e daí levantei de joelhos, com as pernas abertas e fiquei fazendo força pra ver se o celular descia. Ouvi minhas amigas dizendo que eu parecia uma galinha que ia botar um ovo e ficaram me zoando imitando o som da galinha. Aí falaram que faltava dois minutos e nada de o celular sair. Acho que quanto mais eu fazia força mais minha pepeka segurava ele, porque eu já tava sentindo incômodo e um pouquinho de dor pelo esforço. Então eu fiquei de cócoras, dando uns pulinhos bem esquisitos já meio apavorada e sem querer perdi o equilíbrio e caí com tudo de frente, batendo a cara no chão e sentindo uma puta dor nos peitos que meio que amorteceram meu estabaque. As meninas deram uma parada na zoação perguntando se tava tudo bem mas eu não respondi e mesmo com dor me coloquei de joelhos com a bunda empinada e fiquei com os dedos tentando repuxar a pepeka pra ver se conseguia abrir ela pra porra do celular cair, mas nada. Uma delas falou que faltava menos de um minuto e eu continuei me esforçando mas não teve jeito. Quando elas me puseram de pé eu tava toda trêmula, então elas me sentaram no sofá e uma delas puxou o celular de dentro da minha pepeka e depois esfregou ele no meu rosto, me deixando toda lambuzada. Daí falaram que admiraram todo o meu esforço mas que eu infelizmente não tinha conseguido cumprir o objetivo e eu precisava ser punida de novo, mas que iam deixar pro dia seguinte pra eu me recuperar. Quando elas foram embora me olhei no espelho e eu tava toda arranhada com marcas vermelhas pelas pernas, braços, bumbum, os seios e a pepeka um pouco inchados e uma marca avermelhada no rosto onde eu tinha batido no chão. Eu não tinha a mínima ideia do que mais elas queria fazer comigo, mas dormi que nem uma pedra. Passei a segunda-feira toda bem avoada no serviço e ainda tive que inventar a desculpa de ter batido o rosto na porta de um armário. Quase no fim da tarde um sms me deixou bastante assustada…

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