No Verão passado, final de Agosto/2018 aqui no Canadá, estava em “minha” praia (na verdade a praia é pública, é pequena uns 80m de faixa de areia, mas o acesso é feito por minha propriedade, pela propriedade de minha vizinha ou por mar, então só quem conhece o local, normalmente só os moradores da vila, frequentam a praia). Era uma manhã de sol, e canadense é uma figura interessante, às vezes ainda na primavera, fazendo uns 18°C no máximo, já tem gente na praia, muitas mulheres que fazem top less nesta praia por ter pouco movimento, e eu e minha vizinha temos um acordo com a prefeitura local, em algumas datas fechamos o acesso para que um grupo de naturistas da região possa frequentar a praia com mais privacidade, e é comum nestas datas terem famílias, casais, jovens moças e rapazes solteiros, idosos e crianças nus na praia, nunca me importei.
Mas neste dia, era uma quarta-feira, estava dando uma corridinha na areia depois de correr pela estrada meus 10 km diários, quando uma mulher loira, chegou à praia e em francês (o Canadá tem duas línguas oficiais, inglês e francês, sou fluente em inglês, mas, no francês ainda apanho) me perguntou se poderia usar a praia, respondi que sim, pois, a praia é publica, agora em português com um sotaque carregado ela se apresenta como Marie, professora de Língua Portuguesa na Universidade de Montreal (cidade canadense que fica na Columbia Francesa, e lá o idioma corrente é o francês), e perguntou se eu era o Alex; respondi que sim, ela disse que a Giulliet (morava a duas quadras da minha casa), sua prima, havia indicado a praia e lhe falou que eu era Brasileiro, ela que ficou feliz por que teria alguém nativo da língua portuguesa para conversar e treinar o idioma (e tirar dúvidas). Começamos a conversar, ela ficou de biquíni por uma hora ou mais enquanto conversávamos, e depois perguntou se a praia ficaria vazia, eu disse que sim, maior movimento era somente no final de semana, então ela timidamente pergunta se poderia ficar nua, assim como a prima (minha vizinha) era naturista, eu disse que não tinha problema e ela tirou a roupa e me convidou a tirar também e como sou desencanado, tirei as minhas roupas e continuamos a conversar sentados em sua esteira.
Conversamos por umas 3 horas, mas como havia saído 06:30h para correr e depois a encontrei na praia não tinha tomado café da manhã e já estava com a barriga roncando, a chamei para ir até minha casa, ela deixou as coisas dela ali mesmo na praia e fomos caminhando e conversando nus até minha casa. Coloquei uma chaleira para aquecer e fui ao banheiro passei uma água no corpo para tirar a areia e sai ainda nu, ela perguntou se poderia tomar um banho para tirar a areia do corpo, e, ao sair do banheiro ainda nua, ofereci um roupão caso ela não se sentisse tão à vontade, ela preferiu continuar nua. Tomamos um chá comemos uns biscoitos amanteigados e continuamos a conversa, passando as horas a convidei para almoçar, e sua prima me liga no celular perguntando se a tinha visto por que não conseguia falar no celular dela, disse que estava aqui em casa, mas deve ter deixado o celular na praia junto com as outras coisas dela. Almoçamos e após o almoço entramos em uns assuntos mais pessoais falei que era divorciado e ela disse que era solteira, mas, tinha saído a uns dois meses de um relacionamento de quase 10 anos com uma ex-aluna, e que era bissexual; e caminhando para o lado ainda mais intimo, ela falou que sempre assistiu alguns vídeos pornôs em português, ela disse que sempre achou a língua portuguesa, o movimentar da boca e da língua ao falar português muito sensual, e que o “sexo em português” transparecia mais ainda esta sensualidade e quanto mais sacana e lascivo era o sexo que ela via nos vídeos, mais ela tinha vontade de transar sem comedimentos com alguém em português. Marie tem 45 anos, cerca de 1,75m, loira, cabelos cacheados, magra, peitos médios, uma buceta naturalmente careca bem rosadinha e uma bundinha até bonitinha; respondi que eu era a solução de seu problema, que se ela quisesse, transaria com ela e seria bem sacana no sexo e no falar com minha putinha, ela ficou um pouco surpresa e perguntou, sério? Sexo casual, bem sacana e sem nenhum compromisso, como nos vídeos? Tudo que minha putinha quiser, sem nenhum compromisso, apenas foderia ela toda, e ela iria para casa tocar a vida dela e eu a minha. Com os bicos dos peitos já arrebitados, ela responde eu topo, fode sua putinha!
Peguei-a pelo braço e a levei ao meu quarto e a sentei na beira da cama, abri suas pernas e comecei a chupar aquela buceta já toda molhada, chupei o grelo, enfiei minha língua e a puta gemia, empurrei o corpo dela para trás e lambi o seu cú, e entre uma linguada e outra a chamava de piranha, puta safada, cadela e tudo daí para baixo e ela enlouqueceu, forçando minha cabeça contra a sua buceta me chamava de puto safado e mandava mamar o grelo dela, mamar a buceta e fodê-la com a língua, eu respondi que foderia com a língua não só a buceta como o cú safado dela que estava piscando pedindo rola, ela louca pede fode, fode meu puto, fode meu cú com esta língua e prepara-o para levar rola, já meti dois dedos no cú rosado dela e fui alargando enquanto chupava a buceta, depois fiquei de pé e ordenei, ajoelha e vem chupar o caralho do seu macho sua cadela, ela começou a chupar o meu pau como nunca havia sido chupado antes, era tão intenso e tão louco que disse que ia gozar, ele pede, goza na boca de sua cadelinha, vem dá leitinho para a sua cadelinha, e enchi sua boca de porra e ela engoliu tudo.
A levantei pelos braços e joguei na cama, cai em cima dela e chupei a buceta novamente, ela já havia gozado e muito, por que estava encharcada e escorria o mel pelas pernas, chupei tudo e fui subindo chupando o corpo dela e a xingava todos momentos e ela enlouquecia pedindo para fodê-la, chupei seu peitos ela começa a gritar de tesão e pede fode minha buceta, ela quer rola, e enfiei nela com tudo e soquei aquela buceta o mais forte e rápido que conseguia, em cada socada seus peitos balançavam descontroladamente, a cama fazia um barulho a cada socada, descarreguei toda minha força naquela puta e gozei dentro da buceta dela, ela já havia gozado umas duas vezes, não dei descanso para ela, a virei de bruços, com a língua molhei seu cú e depois passei um gel lubrificante nele e no meu pau, a xingava e batia na sua bunda, ela louca pedia fode meu cú, fode o cú da sua puta, fode o cú desta cadela, por que cú de cadela não tem dono, e enfiei meu pau no seu cú com força e raiva, rasgando tudo, ela grita de dor e prazer, e pede soca este cú, soca! E começo descontroladamente a socar aquele cú até não aguentar mais e gozo dentro dele, ela goza junto e grita loucamente em português e francês palavras desconexas, dou um tapa bem forte na bunda dela, e em tom autoritário, digo que minha puta, cadela minha tem que falar em português e que em cada palavra em francês levaria um tapa na bunda, ele começou a tagarelar em francês, dei uns dez tapas, bem de leve, alternando o lado da bunda dela, era para dar tesão e não machucar, e exausto caio sobre ela com meu pau ainda enterrado no cú dela, puxo o rosto dela e dou-lhe um beijo, e disse que era um presentinho para a minha cadela e adormecemos.
Acordamos já estava anoitecendo, tomamos um banho e perguntei o que ela achou da experiência, ela disse que queria mais durante a noite, depois foi à praia e pegou suas coisas, jantamos e repetimos a dose até quase amanhecer. No dia seguinte estavam esfolados o meu pau, a buceta e o cú dela, de tanto sexo selvagem, ela teve um desconforto no banho e perguntei se ela queria uma pomada para usar, ela disse que ficaria bem, nos despedimos e ela disse que aquela foi a melhor aula de português que ela já havia tido, e perguntou se em outra oportunidade eu repetiria a lição, e respondi que sim, era só ela ligar e marcar a hora da aula particular.