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20 de Novembro, 2016 às 14:48 Por: dindo

A novinha

tags: novinha
Esse conto possui 16877 visita(s).

Este conto e real. Há tempos atrás eu fui mora em uma vila, o certo mesmo e um curtiço. Vou descrever como era. Havia duas kitnets em baixo, três na parte de cima e mais três no ultimo andar.
A parte da entrada tinha uma padaria, que era do senhorinho, seu Roberto.
Todos os dias, como só trabalhava á tarde. Pela manhã, ficava na padaria conversando com seu Roberto.
Certo dia uma menina de seus 13 anos, entrou e comprou um cigarro a varejo.
Eu achei estranho ele vender, mais não sou eu que vou ditar comportamento para os outros.
Fiquei mais abismado ainda, quando vi, ela acender e fumar. Olhei para seu Roberto e falei. Pensei que o cigarro era para a mãe dela.
Então ele disse.
Ela não mora com a mãe, mora com a irmã, na kitnet de cima. Bem deixei para lá, não era da minha ossada corrigir filhos dos outros.
Nesta época eu fumava, comprei um maço de cigarro e a Salete, este era o nome dela. Estava na padaria, dei um tempo conversando com seu Roberto.
Acendi um cigarro, e fiquei do lado de fora fumando.
Acabei de fumar, e desci. Estava em casa quando a Salete bateu na minha porta. Fui e atendi.
Ela disse. Me da um cigarro.
Eu disse.
Não costumo da cigarro para criança.
Mais ela ficou insistindo muito que acabei dando.
Ai todos os dias ela ia me pedi cigarro, aquilo já estava--me inritando, mais acabava dando.
Em um sábado, já era noite. Estava assistindo TV, Salete apareceu na minha janela.
Oi me da um cigarro.
Então falei. Este vai ser o ultimo cigarro que te dou, não quero que depois digam que eu estou te viciando.
Pequei um cigarro e fui lá fora para dar para ela.
Quando estava acendendo o cigarro, Salete foi e passou a mão no meu caralho, por cima do short.
Levei aquele baque, que me afastei dela.
Mais ela veio para perto e tornou a passar a mão no meu caralho.
Eu fiquei exitado, nervoso e com tesão. Que não demorou meu caralho ficou duro.
Salete ficou ali, fumando e alisando o meu caralho, mesmo por cima do short.
Depois que acabou de fumar, me pediu mais um. E eu desta vez nem retruquei.
Entrei, fechei a janela e fiquei pensando.
Deve ser curiosidade de criança. Mais aquela sensação da mão dela em meu caralho, me deixava mais com tesão, que acabei tocando uma punheta.
No dia seguinte estava na padaria. A Salete entrou e comprou um cigarro. Quando saiu olhou para mim, e foi indo olhando para traz com um sorriso no rosto.
Como a outra kitnet estava desocupada, quem morava nas outras de cima não dava para vê nada lá embaixo.
Na minha porta tinha uma pequena área, eu tinha colocado lá uma poltrona. Quando foi a noite pequei uma cerveja e meu cigarro, e fiquei ali sentado.
Como estava calor, estava apenas usando um short e sem cueca por baixo.
Não demorou Salete surgiu no corredor que da acesso a minha casa. Sem fala nada ela pegou o meu maço de cigarro que estava no braço da poltrona, sentou no braço da poltrona pegou um cigarro acendeu.
Começou a fumar, e com a mão livre começou a acariciar o meu caralho, como fez da outra vez.
Só que desta vez ela foi mais ousada. Enfiou a mão por dentro do meu short.
Salete não tava tocando uma punheta simplesmente ficava segurando ele com aquela mãozinha.
Assim que acabou de fumar, veio para a minha frente se abaixou, e tirando o meu caralho para fora, começou a chupar.
Aquela boquinha de menina chupava meu caralho como uma volúpia insaciável.
Esta situação estava me deixando louco, pois nunca imaginei que uma criança, como ela era capaz de fazer e gosta do que fazia.
Depois coloquei-a em meu colo, e fiquei alisando aquela bucetinha de menina. Levantei e pequei-a pela mão e fomos para dentro da casa.
Fechei a porta e a janela do quarto.
No quarto abaixei seu short e comecei a chupar aquela bucetinha, ela ainda nem tinha peitinhos.
Então foi quando ela me falou que tinha 13 anos.
E com 7 anos seu cunhado tirou o cabaço dela.
E o que ela mais gostava era de chupar.
Bem isto ela nem precisava falar, tava no cheito como ela chupava.
Depois disto todas as noites Salete passou a ir lá em casa. E ela chupava o meu caralho e eu a sua bucetinha de criança.
Um dia ela estava deitada na cama e vendo aquela bucetinha, linda me chamando.
Fui abri suas pernas e comecei a enfiar o meu caralho, ela começou a se remexe, me pedindo que lhe chama-se de cadelinha.
Meu caralho não entrava todo em sua pequena bucetinha, mais era o suficiente, para fazer-la gozar e de gozar também.
Foi um misto de excitação e medo por ta fudendo uma novinha.
Mais era a danadinha que me procurava e gostava.
Seus peitinhos começaram a crescer, e eu comecei a chupar eles, sua bundinha estava mais macia e redondinha.
Então comecei a passar o meu caralho no seu rego.
Certo dia, comecei a enfiar o meu caralho em seu cuzinho.
Salete foi facilitando e entrada dele em seu cuzinho.
Nossa foi maravilhoso tirar as pregas daquele cuzinho.
Tinha vezes que ela dormia comigo. E quando acordávamos fazíamos um delicioso sexo.
Ficamos assim por uns três anos seguidos.
Depois sua irmã se mudou e eu nunca mais a vi a minha novinha.

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