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01 de Junho, 2017 às 17:33 Por: Suzanna Deloi

A mulher pecado Parte 1

tags: Suzanna, mulher, gostosa, vadia, tarada
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A vida as vezes é chata, as vezes é legal. Nem sempre temos o que queremos, para ser sincera, quase sempre não temos o que queremos.
Eu era muito bela, não só bonita esteticamente. Era fofa, de voz doce. Uma boa e recém casa esposa. Tudo que tinha era uma casa, um certo conforto e e um marido de pau pequeno. Julio era esforçado, nada mais. Gozava a maioria das vezes rápido demais, se virava e adormecia.
Incontáveis vezes eu ia para a banheira terminar o trabalho sujo, ou diria lambuzado. Gozava muito com minhas mãos, abafava a vontade de gritar no braço molhado.
chegou um momento que eu queria mais, só minhas mãos não bastavam. Nunca quis trair Julio e não tinha deixado de ama-lo quando tudo começou, e foi quando tudo começou que pequei.

Eu era de pele branquinha, 21 anos , tinha o cabelo castanho escuro quase preto, seios médios e uma cintura fina, porém o quadril destacava meu bumbum arrendondado... De olhos castanhos esverdeados e com 1,67 de altura. Sozinha quase sempre no mercado, no shopping e as vezes no fim de semana em casa.

Carência, tesão e insatisfação contribuíram para o que me tornei, uma puta, puta sem limites, sem nojos... Prazer...

Muito prazer, eu sou suzanna...

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Parte 1.

Eu não ligava para o pau minusculo do meu marido, eu o amava, eu tinha prazer durante o namoro. Mas tinha desejos e vontade, como toda mulher. Como a sua mulher tem ( Para você que está lendo). Ele foi dormir cedo, viajaria para São Paulo, uma feira de negócios, ficaria quatro ou cinco dias lá. Eu estava disposta a experimentar algumas coisas. Mas indecisa, tentei uma ultima vez a satisfação com Julio de manhã antes da viagem. Só ele gozou, lambuzou minha boca, se limpou, me beijou a testa e partiu, rumo a São Paulo.

A noite de sexta- Feira chegou, resolvi sair, iria pegar o carro e ir até o bar, mais famosinho da cidade. Saí a tarde e comprei uma lingerie preta, de renda, pequena, um pouco menor que eu, para apertar bem. Me depilei por completa, e estava excitada, cheguei a começar a me masturbar na banheira, mas desisti, guardaria para noite, se tivesse sorte com o macho certo.

Cheguei no bar, peguei uma mesa mais ao fundo, queria descrição, a que fosse possível, afinal era casada e não me esqueceria disso. Não demorou muito para que os primeiros sinais de assanhamento começassem. Os garçons se acotovelavam para me ver. Uma moça na maioria das vezes nova demais pra ser casada, e de saia curta, uma blusinha fina com um decote provocante, cabelo preso com a nuca a mostra, sozinha na mesa. Tomando tequila. Presa fácil, eu diria melhor sorrindo... Presa ansiosa. Não demorou muito, para receber uma caipira de morango.
O garçom se aproximou e me entregou disse que era cortesia de um cliente.
Eu recusei, disse que se ele quisesse que eu tomasse, ele teria que beber junto comigo, ma mesa.

Alguns minutos depois, certamente depois de tomar coragem, um jovem moreno, alto, forte natural, não malhava, mas tinha o corpo definido. Sentou na mesa em minha frente e disse.
- Oi.
- Olá..
- Sei que parece clichê, mas , sozinha? não acredito. Ele disse passando a mão nos cabelos, como se coçasse a nuca.
- Agora não estou mais sozinha, você chegou... Ele riu, e eu sorri, mas não naturalmente, sorri com malicia e seria assim toda noite.
- Qual o seu nome?
- Suzana e o teu.
- Prazer, Gustavo.
- O prazer será nosso, Gustavo. Disse e logo depois bebi toda a caipira da taça de uma só vez... Ele pediu uma cerveja e começamos a nos conhecer melhor.

Eu me esqueci que era casada, e no fim da noite já queria dar para o Gustavo. Ele tinha bom papo, mentiroso como todo homem na paquera é, mas não importava, eu só queria uma rola dentro de mim, fodendo com força, me fazendo gritar...
- Vamos para um lugar mais reservado. Ele disse finalmente.
- Estava esperando por isso a noite toda. Respondi sorrindo.

Não dei a mão pra ele para sair do bar, acompanhei ele até seu carro, que não era tão confortável, ele era vendedor. Tínhamos padrões diferentes, e ele percebeu, mas não era disso que se tratava, queríamos a mesma coisa.

Quando chegamos no motel, ele abriu a porta me pegou no colo e me beijou finalmente, sua boca molhada sedenta, me envolveu, senti meu corpo quente, e inexplicavelmente molhada demais. A barba por fazer me arrepiava.
- C-calma, a porta. Eu disse, ele sorriu e foi fecha-la rapidamente.

Quando voltou ele agachou no pé da cama, tirou meu salto com delicadeza, desabotoando com mãos firmes, eu estava adorando tudo. Beijou meus pés, sentindo meu corpo, foi subindo de vagar dando beijinhos de leve. Tocou no sistema de som do motel, colocou um Jazz.
- Vocês ricos gostam disso?
Eu apenas ri, e puxei ele para mim.
Beijei com vontade, e violência, beijando, mordendo, arranhando. Estava com tesão demais, carente demais para fazer amorzinho. Arranquei a camisa dele o virei, pulando em cima, rebolando. Fui me soltando enquanto ele me acompanhou sem qualquer contradição. Fui beijando sue peito forte e perfumado, comecei arrancar seu sinto com a boca. Depois tive que ajudar com as mãos, arranquei seu jeans, e o deixei de cueca branca, deixei a blusinha cair. Lodo depois foi a vez da saia. Ele estava de pau duro eu toquei por cima da cueca, era grande, de um tamanho igual, a cabeça seguia parte do membro sem diferenciar muito. O quarto cheirava a sexo, eu abaixei a cueca e segurei com força, fazia movimentos de vai e vem. Os gemidos dele me deixou loca, coloquei na boca, molhada e quente, e suguei, como era diferente outro pau na boca, outra força, outros desejos. Parecia uma criança com fome, chupava, molhava e lambuzava toda a cara borrando minha maquiagem.
Gustavo mudou a postura levantou e me jogou na cama.
- Que sorte a minha, uma putinha de luxo.
Eu ri e cuspi na cara dele. Meu moreno veio pra cima de mim, puxou minha calcinha para o lado e empurrou seu pau com força, ele não demorou muito a gozar. Ele gemia e gritava no motel enquanto gozava dentro de mim...
- Cadela, está achando que eu vou parar? Foi só a primeira.

Jamais esquecerei esta frase, gritada com raiva, com força com tesão, ele me deu um tapa no rosto, nunca tinha apanhado na cama, doeu, mas ao mesmo tempo a temperatura do tapa, aqueceu meu rosto e me esquentou ainda mais.

Estava me tornando uma vadia, uma puta e estava amando... Ele deu o pau melecado, meio mole para eu chupar, dizia para eu limpar a porra dele, e eu obedeci, como era gostoso o sabor daquela porra, era espessa demais...

Ele me colocou de lado, usava minha própria umidade em meio a cusparadas no meu cuzinho. Pincelou algumas vezes e colocou a mão direita na minha boceta, e foi esfregando com força, acompanhava o ritmo do seu pau que ia me adentrando, me preenchendo. Senti uma pressão imensa, uma vontade de gritar, de arranhar... Eu não me reconhecia, aquele cacete me preenchendo, me fodendo, me deixando incontrolável... Não pensei no corno do Julio, não existia mais nada...

Gustavo foi acelerando os movimentos sem tirar a mão do meu clitóris, esfregava com força, eu ia gozar e gritei avisando, ele aumentou a velocidade, acelerando os movimentos, sentia o fim do seu pau me tocar as costas, seu corpo definido me colocar contra a parede. Gozamos juntos urrando, ele amoleceu o corpo e tinha pequenos contrações por todo o corpo...

Tinha saído, decidida a ter a melhor foda da minha vida, mas acabei proporcionando a dele...

...Continua...

Comentários

04 de Junho, 2017 às 01:13
Sombra
Q Delícia!! Q safada gostosa vc foi muito bom sei q vc deve ter mais aventuras se quiser conversa me chama (13 ) 974040121
02 de Junho, 2017 às 10:09
Geder
uauuuu q Deliciaaaa. .. so faltou ele pedir pra vc senta na kara dele e esfrega essa linda bucetinha eu amo e exigo que faça isso comigo. .. 67998666725 Whats

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