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23 de Maio, 2019 às 16:59 Por: AlexCan

A moça evangélica

tags: evangélica, moça
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Bom, este relato não é propriamente um conto erótico, mas, acho que vale a pena compartilhar a experiência.

Havia um pouco mais de um ano que estava divorciado, e, neste período fiquei “celibatário”. Numa sexta-feira, um amigo que já vinha me pertubando desde o inicio da semana, me convenceu, pelo cansaço, a ir em uma balada naquela sexta-feira. Por volta das 22:00h chego no local e o infeliz me liga, dizendo que pintou uma emergência e que não poderia ir, mas, como já estava no inferno abracei o ......

Pedi uma bebida sem álcool, o bartender ficou me encarando, e me serviu água com gás (era o que tinha sem álcool – desde os 15 anos não bebo álcool por convicção). Sentei em um canto numa mesinha e passaram umas periguetezinhas que me encaravam não muito bem (talvez pensando – qual é a deste tio, rsrsrs) e outras sorriam e/ou acenavam, mas, fiquei na minha. Algum tempo depois vi que sentou no balcão uma moça, aparentava uns 2019 se muito 21 anos, e pelo porte e forma de se vestir parecia evangélica, aparentando um pouco transtornada pediu algo ao bartender e ele respondeu de forma áspera e serviu uma bebida para ela. Ela bebeu, pediu outra e outra, quando dois playboyzinhos a cercaram, um puxava conversa e o outro ficava a alisando e bolinando, a moça desconfortável com a situação falou algo com o bartender que não deu ouvidos a ela, e os caras insistiam com a moça e a impediram de sair quando ela tentou se levantar. Eu observando a situação me incomodei, e meus instintos de pai afloraram quando vi que um dos caras gotejou algo na bebida da moça e a forçava a beber; levantei-me e afastei um deles, puxei a moça e peguei sua comanda, eles quiseram engrossar para o meu lado e eu não sou pequeno os encarei e mandei saírem de perto senão eles iriam se dar muito mal. Puxei a moça pelo braço assustada, paguei as comandas e fui direto para o carro, os caras nos seguiam, um ficou nos observando enquanto o outro foi buscar o carro e passaram a nos perseguir.

Numa certa altura, vi uma viatura da PM e parei o carro próximo e chamei um dos policiais e falei que estava sendo seguido por determinado carro e apontei, quando o PM mandou que eles parassem o carro, os caras aceleraram e entraram em uma rua lateral e fugiram. O policial perguntou o que estava acontecendo, relatei o fato e falei para o guarda que não registraria a ocorrência naquele momento, iria socorrer a moça. Já bêbada, não tinha hábito de beber, ela não conseguia dizer onde morava e o celular dela estava descarregado, então a levei para o meu flat. Ao sair do carro na garagem, a moça começou a vomitar em cima de seu próprio corpo e se sujou toda; consegui levá-la andando até o elevador e enquanto subíamos ela desmaiou. Peguei-a no colo e fiquei também todo sujo, entrei no AP e ela começou a despertar, a levei para o banheiro e a despi, e também tirei minha roupa ficando só de cueca, e a levei para o chuveiro e dei-lhe um banho, lavei a cabeça, o rosto, os seios, a barriga, a xoxota e a bundinha dela, ela era muito bonita e bem gostosa, mas, minha postura ali era de pai (se minha filha estivesse viva teria praticamente a mesma idade dela). Terminado o banho, a enxuguei e a deitei na cama, lembrei-me que ainda tinha uma camisolinha de minha filha no armário e peguei e a vesti e deixei-a dormindo; coloquei nossas roupas para lavar, tomei um banho, verifiquei qual era o estado dela e deitei no sofá e apaguei.

Por volta das 07:30h da manhã seguinte, acordo com a moça desesperada me chamando e perguntando, “quem é o senhor, onde estou, o que você fez comigo?” eu a acalmei pedi que ela sentasse e expliquei o que aconteceu, ela desabou a chorar, a reconfortei e abracei pedindo que ela se acalmasse, ela parando de chorar me apresentei e ela disse que se chamava Carina, falei que não era evangélico, mas conhecia muitas pessoas que eram e achei que ela era evangélica e só não entendia o que ela estava fazendo naquele lugar. E chorando novamente falou que havia se desentendido com os pais e havia dito que deixaria a igreja e que naquela noite ela iria cair no mundão e fazer de tudo, e acabou entrando naquele local onde a encontrei. A aconselhei e falei para ela que não era propriamente deixando a igreja e caindo na vida que ela resolveria os seus problemas, ela deveria retornar para casa e conversar com a família dizer o que a incomodava e ouvir os pais, e se ela, achasse que aquele não era o caminho dela, ela com a cabeça fria acharia outro. Depois dei o telefone fixo e pedi para que ela ligasse para os pais, e mãe dela atendeu e chorando ela falou que estava bem, não tinha acontecido nenhum problema com ela e que já iria para casa e pediu desculpas à mãe que estava desesperada com falta de noticias dela. Peguei as roupas dela na lava e seca, ela se vestiu, eu me vesti também e a levei ao restaurante do flat e tomamos café da manhã e de lá a levei em casa.

Seus pais a esperavam angustiados no portão, parei o carro ela desceu e os abraçou e juntos choraram eles me agradeceram e me convidaram para entrar, entrei me assentei e me perguntaram o que aconteceu e eu relatei tudo o que havia ocorrido, o pai assustado e grato me perguntou o porquê de eu agir daquela forma e proteger uma desconhecida, relatei o ocorrido com minha filha e que naquela hora sobressaiu o instinto de pai, pois ela tinha uma idade bem próxima à de minha filha.

Os pais dela me agradeceram e falaram que se lembrariam de mim em suas orações, eu agradeci e quando estava de saída a Carina veio até a mim e me abraçou e agradeceu novamente, me passou o seu telefone e pediu o meu, nos falamos várias vezes depois do ocorrido, ela permaneceu na igreja e em 2015 se casou com um bom rapaz, me mandou um convite via e-mail, mas já estava morando fora do país e não pude comparecer, ainda hoje ela me manda e-mail e eu a respondo, ela tem dois lindos filhos.

Quando me recordo deste fato, me lembro que sexo é bom e eu adoro, mas, existem limites que devem ser respeitados. Se não tivesse intervido, aquela menina poderia ter sido estuprada e poderia estar com a vida destruída ou até mesmo estar morta.

Faça muito sexo com quem você quiser e com quem você goste, viva todo o seu prazer como você achar que deve ser vivido. Viva o seu tesão, o seu prazer, mas, sem violência sexual, lembre-se que seu direito acaba onde começa o do próximo. Abraços e até o próximo conto.


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