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10 de Setembro, 2016 às 17:37 Por: dindo

A menina feia, mais gostosa.

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Este conto e da época da minha juventude.
Antigamente quando comemorávamos natal ou a entrada do Ano Novo.
Todas as casas festejavam, ficávamos até amanhecer comemorando.
Era comum os amigos se reunirem cada ano na casa de um.
No ano que foi na casa dos meus avos, pois eu fui criado com os meus avos.
Estávamos comemorando o Ano Novo era a passagem para o ano de 1974.
Eu na época estava com meus 16 anos, todos os amigos reunidos, dançando bebendo e nos divertido.
Tinha uma amiga que era feia, mais era gostosa. Nunca tive preconceito algum. Ela era muito simpática e alegre, ela nunca se preocupou com isto, seu nome era Rosangela, mais todos nós a chamava de Rosa.
Entre nós amigos, tínhamos um código de amizade. Sempre respeitando todos, quando fazíamos festa se alguma amiga fosse ir embora e se caso morasse longe, sempre um amigo o acompanhava ate sua casa.
Rosa era nossa amiga apesar de morar duas ruas depois.
Por volta das 03:00 da madrugada, Rosa disse que iria embora, porem seu irmão estava com uma namorada e os outros amigos cada um estava com garotas. O único que estava disponível era eu.
Então me propus a levar.
Fomos conversando como bons amigos.
Ao chegar ficamos mais um pouco conversando pois o papo estava bem interessante.
Sentamos em um banco de madeira que tinha em frente ao portão dela.
No meio da conversa notei que dois botões da blusa, estava desabotoado, que dava para ver seus belos peitinhos durinhos.
Ela notou que eu estava olhando para os seus peitinhos, e de vez enquanto se inclinava mais um pouco para frente, fazendo que eles ficassem mais a amostra.
Nós éramos amigos desde o tempo de jardim de infância. Sempre estudamos no mesmo colégio e sempre na mesma sala.
Mais aquela bela visão de seus peitinhos me deixou com muito tesão por ela.
No meio da nossa conversa ela me perguntou.
Dindo. Era assim que me chamavam, e um apelido que meu irmão me deu.
Posso te pedi um presente de Ano Novo.
Lógico que pode.
Mais quero que você jure que não vai conta nada a ninguém ok.
Ok juro que não conto para ninguém, o que e.
Posso sentar no seu colo e te dar um beijo na boca.
Então entendi o porque do segredo, pois naquela época se uma garota de família sentasse no colo de um rapaz e o pai soubesse poderia da ate morte.
Concordei e falei.
Vem senta.
Aqui não vamos lá para traz. Pois pode passar algum conhecido e vê.
Como nos fundo da casa dela tem uma mesa comprida e alguns bancos. Local onde sempre reunia a família para churrasco.
Chegando lá, ela se sentou em meu colo, lógico que eu estava de pau duro.
Quando ela sentou e notou que meu caralho estava duro falou.
Nossa assim então que o pipi fica.
Sim gostou de sentir ele duro.
Abracei-a e comecei a beijar a boca dela, porem notei que ela ainda não sabia beijar.
Então falei.
Você nunca beijou ne.
Isto eu ainda não beijei pois ninguém que namorar comigo pois sou feia.
Faz assim, você deixa a boca um pouco aberta que eu vou enfiar minha língua dentro ai depois você enfia sua língua dentro da minha boca.
Fui de novo e comecei a beija a boca dela, foi mais ou menos, mais nada que treino não resolva.
Aproveitei que sua blusa ainda estava um pouco aberta, enfiei minha mão em seus belos peitinhos.
Ela foi e tirou a minha mão.
Falei em seu ouvido.
Deixa amor vai deixa.
Ta mais só um pouquinho.
Então voltei com a minha mão para aqueles belos peitinhos, e novamente comecei a beijar a boca dela. Porem desta vez ela já tinha aprendido, e começamos a beijar mais gostoso.
Mumurei em seu ouvido. Posso dar uns beijos nos seus petinhos.
Não sei, vai pode dar.
Abri mais sua blusa, deixando mais ainda a mostra daquele belo par de seios.
Então comecei a beijar aqueles belos mamilos rosados.
E comecei a mamar neles. Nisto ela começou a segurar a minha cabeça bem firme contra seus peitinhos.
Como sabia que ela ainda era virgem e provavelmente não iria rola um sexo.
Pergunte a ela.
Que segura o meu caralho.
Ela fez uma cara de quem tava na duvida.
Não esperei que respondesse, tirei o meu caralho para fora e pegando sua mão coloquei em meu caralho.
De inicio ela ficou sem jeito, mais logo em seguida segurou bem mais descontraída.
Pedi. Faz um vai e vem.
Ela começou de inicio devagar.
Ai eu coloquei minha mão sob a dela e comecei a orientar como fazia.
Ela logo pegou o jeito.
Não demorou muito comecei a gozar.
Depois que gozei tirei minha camisa limpei-o e limpei a mão dela.
Mais ainda continuava de pau duro.
Pedi que ela desse um beijo na cabeça do meu caralho.
Então ela propôs que na noite seguinte estivéssemos ali para continuarmos.
Concordei mais fiz um pedido.
Deixa passar a minha mão na sua bucetinha.
Ela de inicio disse não.
Mais de tanto eu insistir ela acabou deixando.
Quando enfiei a minha mão entre suas pernas notei que sua bucetinha estava molhada de tesão.
Com um pouco de sacrifício, consegui enfiar a minha mão por dentro da sua calcinha.
Ela começou a gemer, mais logo tirou a minha mão e disse.
Vai amanham continuamos ta.
Me deu um beijo na boca. E sai.
Fui para casa já imaginando como seria maravilhoso a noite com a minha menina feia mais gostosa.
Como era do nosso costume, continuarmos a festa de Ano Novo, só que desta vez na casa de outro amigo.
Então ficou marcado para a casa do Betinho.
A noite já estávamos todos lá. Porem a Rosa ainda não tinha chegado.
Não demorou ela logo chegou.
Sempre simpática e alegre. Cumprimento a todos.
Entregou-me um envelope e falou.
Não abra, e uma coisa para lermos junto lá ok.
Olhou para um lado e para o outro e me deu um beijinho na boca.
Lógico que fiquei curioso para saber o que tinha naquele envelope.
Mais me contive a curiosidade.
Dançamos algumas musicas junto e bem coladinho, que por pouco ninguém notou o meu caralho duro sarando nela.
O que tem naquele envelope me diz.
Ela riu e respondeu.
Você só vai ficar sabendo quando chegar lá.
Por volta das 02:00 da madrugada. Ela veio e falou.
Me leva em casa Dindo.
No caminho ela me perguntou.
Você trousse o envelope.
Respondo que sim.
Então me entrega.
O que tem neste envelope. Perguntei
Deixa de ser curioso menino.
Quando chegamos na local a luz estava acessa.
Perguntei o porque da luz acessa.
E por que vamos ter que lê o que está aqui no envelope dam.
Pediu que eu sentasse. E falou.
Você me pediu para dar um beijinho ne.
Balancei a cabeça afirmativamente.
Ela abriu o meu zíper e tirando o meu caralho para fora, foi deu um beijo na cabeça e depois colocou todinha na boca.
Nossa aquilo me surpreendeu.
Depois de fazer este boquete gostoso levantou o vestido e se sentou no meu caralho.
Abriu o envelope e tirou uma revista de catecismo (revista de sacanagem como era chamada antigamente).
A onde consegui esta revista.
Ora e do meu irmão de quem mais.
Então ela começou a folhear a revista, uma das minhas mões estava em sua bucetinha e a outra em seus peitinhos.
Pedi que se levantasse um pouco.
Ela se levantou. Tirei o meu caralho para fora e arriei um pouco a sua calcinha. Então meu caralho encaixou direito no seu rego.
Ela deu um suspiro bem gostoso ao sentir o meu caralho em seu rego.
Falei.
Para de folhear está revista tira sua calcinha e senta de frente para mim.
Mais ainda sou virgem.
Eu sei mais deixa pelo menos o meu caralho ficar encostado nesta bucetinha gostosa.
Foi o que ela fez.
Tirou a calcinha e abriu as pernas e se sentou de frente para mim.
Foi uma delicia sentir o meu caralho encostado naquela bucetinha gostosa.
Ela começou a rebolar. Ao ponto de eu não está mais aquentando.
Falei em seu ouvido. Não estou mais agüentando de tanto desejo na sua bucetinha, quero o meu caralho dentro dela.
Ela falou.
Eu também não estou mais agüentando, de só sentir ele, vai enfia vai.
Comecei a enfiar ele, quando ele entrou todinho ela me deu um baita beijo no pescoço.
Começamos a fazer uma vai e vem bem frenético e gostoso, e acabamos gozando muito.
E foi assim a madrugada quase toda, fudemos muito na primeira vez dela.
E foi assim que eu comi esta menina feia e gostosa.

Comentários

11 de Setembro, 2016 às 02:32
Garoto Dotado
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