Me chamo Eduardo. Tenho 38a, 1,90m de altura e 95kg. Sou moreno e me cuido com a prática de esportes regulares e academia.
A história que vou relatar aconteceu recentemente.
Trabalho na indústria petroquímica e todos os dias viajo da cidade onde moro até a empresa que fica cerca de 30km.
Tudo começou quando uma passageira nova (de outra empresa), chamada Keyla, passou a pegar o mesmo ônibus. Ela não é do tipo linda, mas é atraente. Loirinha baixinha, tem um rosto de safada, um corpo muito gostoso com seios médios, cintura fina e uma bunda generosa. Usa sempre o tipo de calça que fica enfiada na bunda e isso me deixa louco.
Nas primeiras viagens não falamos. Eu fico ou dormindo, ou mexendo no celular.
Então, certo dia, ela entrou no ônibus e passou o dedo na tela do meu celular enquanto eu jogava um desses jogos de passar o tempo.
Eu dei um sorriso e disse: "não conseguiu". Ela prontamente respondeu: "amanhã eu tento de novo".
Todos os dias ela entrava e passava por mim mexendo no celular...ou passando a mão na minha barba. Coisas assim.
A coisa começou a ficar séria quando numa dessas viagens ela sentou com uma colega dela atrás do meu banco.
Elas falavam sobre um bolo que a colega dela tinha feito e que achou ótimo.
Então a colega disse: "adorei meu bolo. Ele ficou uma delícia...bem molhadinho". A Keyla não perdeu tempo e disse: "hum...adoro molhadinho".
Nisso a colega dela disse para ela ficar quieta porque parecia outra coisa. A Keyla voltou a falar: "Mas eu gosto mesmo...gosto bem molhadinho...e gosto de homem grande"
Quando ela falou isso eu sabia que era para mim. Eu sou o único com quem ela fazia brincadeiras e o único alto no ônibus.
Então eu falei: "é...nada contra os pequenos, mas os grandes normalmente se destacam...e eu adoro quando fica molhadinho também".
Nossa, nessa hora a amiga dela deu um cutucão nela e ela começou a conversar na cara dura comigo. Falou que queria ver se realmente eu gostava de molhadinho...por aí foi.
Passaram uns dias e ela não foi mais no ônibus. Achei que tinha saído da empresa dela. Quase um mês depois ela voltou a ir de ônibus. Estava de férias.
Quando chegou me perguntou como eu estava. Eu disse que estava bem e tal.
Ela sentou-se no meu lado e perguntou se eu tinha sentido saudades com uma cara de safada. Eu falei que sim e que ninguém mais brincava comigo. Falei que estava carente e dei uma risada.
Ela disse: “Oin...tadinho...vou te levar pra casa comigo hoje pra ti não ficar carente”.
Nessa hora foi o divisor de águas de tudo que estava para acontecer. Passamos a falar abertamente sobre intimidade. Sobre como cada um gostava na cama. Mesmo eu tendo namorada e ela ter terminado com o namorado dela recentemente, falávamos.
Então o inevitável aconteceu. Ela conversava comigo e colocou a mão na minha perna.
Disse: “Nossa!...que coxas que tu tem hein?! São duras...Tem mais algo duro aí?”. E deu risada.
Eu falei que dependendo da situação tinha mais coisa dura sim. Ela então colocou a mão em cima do meu pau e deu uma apertada dizendo: “Hum...minha mão é pequeninha e nem consegue pegar tudo...imagina duro”. Eu não pude perder a chance de retribuir. Estávamos nos últimos bancos e atrás de nós não havia ninguém. Eu levei a mão entre as coxas dela e falei: “hum...parece bem pequeninha e apertada”. Ela suspirou fundo e pegou meu rosto me puxando para um beijo longo e molhado. Ela usava a língua muito bem. Eu levei a mão por dentro da blusa dela tocando os seios que estavam com os bicos durinhos. Ela sentiu meu pau ficar duro e olhou nos meus olhos mordendo os lábios.
Estava muito quente aquilo tudo. Estávamos quase chegando quando ela fez o que eu jamais imaginei que faria numa situação dessas. Abriu o zíper da minha calça e meu pau saltou pra fora.
Olhou com cara de surpresa. Não por ser grande, é tamanho normal. Mas estava muito duro.
Ela olhou por cima dos bancos para ver se não havia ninguém olhando...punhetou um pouco e se abaixou pra chupar. Eu não acreditava naquilo. O melhor boquete que recebi foi aquele.
Ela sugava com vontade. O cara sabe quando a mulher gosta de chupar ou não é muito da coisa. Keyla gostava e com a língua ela girava por cima da cabeça do pau. Sempre punhetando.
Então eu aproveitei para ir com a mão pelas costas dela para alcançar a bunda. Ela é pequeninha e foi fácil. Levei a mão por dentro da calça tipo rala bela que ela usava. Percebi que usava calcinha tipo fio dental. Coloquei pro lado e esfregava a buceta e o cuzinho dela. Trazia na boca sentindo o cheiro delicioso que ela tinha. Lambia e levava a mão de novo. Ficamos assim por um tempo e ela começou a se contorcer. Suspirava ofegante. Eu estava louco pra gozar.
Falei para ela: “gata...vou gozar...não aguento mais”. Ela nem deu bola. Eu continuava a passar a mão na buceta e no cuzinho. Resolvi enfiar os dedos. Um na buceta e outro de leve no cuzinho.
Ela empurrava a bunda para trás querendo mais. Eu não aguentei. Comecei a gozar. Dei uns 4 jatos e ela nem tirou a boca. Eu não acreditava naquilo. Normalmente usaríamos camisinha mas nem lembrei disso.
Ela chupou até a última gota. Meu pau saiu limpinho da boca dela que gozou nos meus dedos.
Falou que nunca tinha feito aquilo e parecia preocupada sobre o que eu iria pensar dela por aquilo. Eu disse que havia adorado e que teria que repetir tudo novamente em um lugar com mais privacidade.
Nosso ônibus chegou na empresa dela. Ela desceu e percebi que ali tinha iniciado uma loucura na minha vida.
Mas isso é assunto para outros contos que pretendo relatar de como foram os outros encontros que eu e Keyla tivemos...
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29 de Maio, 2018 às 05:57
Muito bom!! Uma mulher d atitude seu vontade faz mesmo Boa...... (13) 974040121 |
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24 de Maio, 2018 às 11:35
muito legal esse relato muito louco também quero ver os outros! |