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16 de Maio, 2019 às 12:55 Por: AlexCan

A corredora distraída, a trepada de despedida....

tags: loira, corredora
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Era um domingo no final de junho/2014, por volta das 06:30h de um dia não tão bonito e era meu último domingo morando no Brasil, estava finalizando meus 10km de corrida no calçadão da Praia da barra, e mentalmente já me preparava para meus 1km de corrida na areia (sempre muito puxado) quando vejo uma moça sentada no meio fio com expressão de dor e um ciclista que falava meio que esbravejando algo com ela. Me aproximo e ela está com a perna sangrando um pouco abaixo do joelho, pergunto ao ciclista o que houve e ele diz que estava passando “normal” e a moça distraída com o celular bateu na bicicleta dele e ela acabou se machucando ao bater com a perna no pedal, ele caiu, mas, não sofreu nada; e depois foi embora raivoso.

Me apresento para a moça e pergunto se poderia ajudá-la, ela faz um gesto que sim com a cabeça e pego minha toalhinha que sempre trago para tirar o suor do rosto e limpo a sua perna, mas o sangramento persiste, pergunto se ala quer ir a um p.s, ou hospital ela responde que não. Pergunto seu nome ela diz que se chama Ana, eu digo que embora a situação na era das melhores mais era um prazer, ela sorri. Perguntei se ela morava próximo ela diz que a dois quarteirões, então eu disse que morava a uns 50m e se ela quisesse poderia ir até lá e eu faria um curativo e como ela sentia ainda uma forte dor pelo impacto passaria um gel ou ela poderia tomar um analgésico, ela topou.

Chegando no flat que estava morando, ela se sentou numa poltrona e eu peguei meu kit de primeiros socorros, limpei a perna que ainda sangrava um pouco com uma solução desinfetante, limpei o machucado ela reclama que ardeu, eu sorrindo digo que assim é melhor e fiz um curativo e depois peguei um tubo de gel e comecei a massagear a perna na região da pancada. Ana era loira, talvez uns 25 anos, uns 1,70m de altura e corpo malhado, seios pequenos a médios duríssimos e bunda não muito grande mais bem malhada e durinha,uma falsa magra. Embora não fosse intencional, quem corre sabe que pequenos acidentes podem acontecer e já ajudei outras pessoas em situações semelhantes, mas, era meio constrangedora ou instigante, aquela desconhecida sentada na minha poltrona, com uma bermuda “empacotada a vácuo”, e, eu abaixado no meio de suas pernas massageando uma delas e de cara com a sua buceta “gordinha” dividida ao meio pela costura da bermuda. O tesão começou a tomar conta de mim, mas, me controlei.

Quando já terminava de massagear a perna da Ana, vi que sua bermuda bem no meio de sua buceta começava a ficar molhada, ela está excitada, pensei, porém esperei ela dar um sinal ou algo do tipo. Então Ana puxou a perna esquerda da bermuda, perna que estava massageando, até o máximo que pode em direção ao seu quadril e pediu que massageasse sua coxa porque também estava dolorida com a pancada, passei o gel em sua coxa e comecei a massagear, ela começa a dar leves suspiros e quando massageio a parte interna de sua coxa toco propositalmente em sua buceta agora bem molhada e ela dá um gemido, então me levanto diante dela e pergunto se ela não quer uma massagem de corpo todo, ela responde que sim e vai deitando de bruços no tapete da sala e antes de deitar retira o top que estava usando e termina de se deitar, subo por sobre o seu corpo, meu pau esta encostado em seu rego, passo o gel pelas suas costas e vou massageando sempre forçando o pau em sua bunda, primeiro a nuca, as costas, quando passo as mãos pela lateral de seu corpo, toco seus seios ela suspira alto, coloco as minhas mãos sob seu corpo e acaricio os seus seios, ela geme e joga a bunda para trás pressionando contra meu pau, volto às costas e vou massageando até que quando chego à altura da bunda, me levanto e retiro a sua bermuda deixando-a nua, passo o gel em sua bunda e vou massageando, passo os dedos pelo seu rego e pelo seu cuzinho e dou uma leve forçada em sua entradinha, ela relaxa as pregas e eu enfio um dedo em seu cú, ela geme e se contorce de tesão aproveito e enfio outro dedo alargando o seu cuzinho e com a outra mão acaricio a buceta e massageio seu grelinho e ela goza. Viro Ana de barriga para cima dou um beijo em seu rosto (ela não deixou beijar a boca, ótimo, era sinal de que queria sexo puro e impessoal) e desço beijando o seu pescoço e chego aos seios, beijo, chupo mordisco os bicos arrebitados e desço até sua buceta, chupo o seu grelo ela se contorce de tesão e geme feito uma louca, passo a língua pela fenda depilada e enfio a língua dentro de sua buceta sugando com força todo o melado de seu gozo anterior e sinto com minha língua a buceta se contraindo anunciando uma nova gozada, chupo todo o se mel e começo a passar a língua em seu cú, ela geme mais alto, enfio a ponta da língua em seu cú ela dá um grito abafado , a viro de bruço novamente, abro suas pernas me encaixo no meio e chupo sue cú novamente e deixando bem molhado, posiciono meu pau na portinha de seu cú ela relaxa as pregas e começo a penetrar seu rabo, ela geme e pede para ir mais devagar, coloca a cabeça e paro um pouco para ela se acostumar e vou colocando vagarosamente até o talo, e começo a estocar ela geme alto e ofegante pede para fuder com o seu cú, desejo atendido, começo e estocar com força naquele cú, ela rebola, se contorce joga a bunda para trás forçando contra o meu corpo e vou socando o pau cada vez mais forte naquele cú gostoso ela grita gozando e eu encho seu cú de porra.

Ela relaxa o corpo no tapete exausta de tesão, pego em seus ombros e a viro de barriga para cima e chupo seus seios ela se contorce, enfio dois dedos em sua buceta ela ofegante balbucia algo que não compreendo, então ela pede “me fode! Fode gostoso esta putinha, fode!” Numa só estocada enfio meu pau na sua buceta e vou socando sem dó, ela geme feito uma louca e a cada socada, aumento a força e a velocidade ela grita e começa a gozar, eu não dou a mínima para o seu gozo e continuo a “maltratar” a buceta daquela desconhecida, e fodo cada vez mais forte até não aguentar mais e quando estou perto de gozar, tiro meu pau de sua buceta e coloco em sua boca ela chupa desesperadamente meu caralho e gozo com tudo em sua boca, não tirando o meu pau para que ela engula toda a porra, depois desabo ao seu lado.

Descansamos um pouco, ela senta ao meu lado e diz que quando saiu de casa naquela manhã jamais imaginaria que levaria uma trepada daquela, e respondi que nem eu poderia imaginar algo do tipo, ela pediu para tomar um banho e entramos juntos no chuveiro, com a água jorrando em nossos corpos comecei a ensaboar o seu corpo, seios barriga, buceta e bunda, aproveitava e acariciava seu grelo e enfiava o dedo de leve em seu cú, meu pau endureceu de novo, coloquei-a virada para a parede e enfiei meu pau com força em seu cú, e comecei a socar sem piedade, ela gemia de dor e prazer e pedia mais, mais forte, e soquei cada vez mais até gozarmos juntos. Terminamos o banho ela se veste e eu pergunto se ela queria comer algo no café da manhã, ela disse que aquela esporrada na boca tinha sido o melhor café da manhã que ela tomava em muito tempo, mas, precisava ir embora porque o marido, que aliás ela nunca havia traído, iria chegar de viagem no final da tarde e ela precisava se recompor, (fiquei meio assustado porque não como mulher casada, e ela não usava aliança) e que eu não me preocupasse, pois, o corninho nunca havia comido o seu cú, que ela sempre quis dar para ele, mas, ele nunca chupou o seu cú, quanto mais o comeu, e, era virgem até aquela manhã, e ele não iria perceber o quanto estava arrombado. Pedi desculpa, pois não sabia que seu cú era virgem e como ela pediu que a fodesse com força não me preocupei; ela disse que estava bem dolorido, mas, que ele foi descabaçado como ela sempre quis. E nunca mais a vi novamente.

Na sexta-feira seguinte deixei o Brasil, mas, com certeza não poderia ter planejado uma festa de despedida melhor do que esta.

Comentários

19 de Maio, 2019 às 13:27
marcia
ADOREI SEU CONTO, COMO GOSTARIA DE SER FODIDA ASSIM COMPLETAMENTE, RASGADA E ARROMBADA!

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