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19 de Maio, 2019 às 12:49 Por: casanovanocio

A Modelo de Curitiba parte 1

tags: Ninfestas, Suggar Baby
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Ontem tive meu primeiro encontro em Curitiba.
E foi um bom encontro.

Finalmente, Após 4 meses na cidade e sem pegar ninguém, comecei a pensar que teria que recorrer às putas locais. Mas ontem dei match no Tinder com uma garota de 22 anos. Sem perca de tempo eu disse que não era daqui e não sabia bem quais seriam os próximos passos com as garotas daqui e deixei meu whatsapp. No fim do dia ela me chamou no whats.
Perguntei logo se ela estava disponível para um encontro presencial. Eu até tinha um compromisso acadêmico, mas como ela disse que sim então cancelei e partir para o encontro. Ela havia escolhido uma hamburgueria Gourmet perto da casa dela. Cheguei 10min antes no local e fiquei aguardando na mesa.
Depois de 10min ela chegou. Bem vestida, roupas pretas, bota com salto alto, roupas de Outono frio. Planejei pegar na cintura dela e já sentir a calcinha e dar aquele beijo demorado no rosto, mas nada disso deu certo. Os cumprimentos por aqui são meio secos rsrsrs.
Nos cumprimentamos e fui reparando os detalhes enquanto a deixava falar voluntariamente de si. Sobrancelhas expressivas, cabelos lisos ondulados, um perfume doce marcante, magra, alta, parecia modelo. Falando de si ela disse que era formada em Jornalismo e Publicidade e atualmente cursava teatro e artes cênicas na esperança de ser atriz. Apenas 22 anos mas parecia ter bastante maturidade. Me perguntou sobre minha profissão e eu expliquei. Senti que despertou interesse. (Modéstias a parte o que faço profissionalmente é foda).
Eu tinha receio de ela tivesse um comportamento mecânico, mas o papo fluiu de forma bem natural e em pouco tempo falamos de tudo, ri bastante e também arranquei risadas e a de forma natural ela começou a me seduzir (não sei se foi de propósito), notei pelas poses e as mexidas nos cabelos. Tipo colocando o cabelo para o alto e fazendo cara de safada. (Quando ela fazia isso pau latejava).
Ela me perguntou se eu era casado e eu disse que sim e que não escondia isso. Perguntei se isso era problema pra ela e ela disse que não. Então após pedirmos bebidas iniciamos um papo safado que já me deixou de pau duro. Elogiei a a roupa dela e a postura, elogiei a boca dela e falei que estava louco para beijar. Mas que nunca tinha visto ninguém beijando em público nesta cidade. Então sugerir irmos para o carro.
Paguei a conta e fui ao banheiro, esperei ficar sozinho e aproveitei para lavar o pau na pia. Nunca se sabe quando ganharemos um boquete neh rsrsrs Fomos no estacionamento. Entramos no carro sem saber para onde iamos. (Vacilei, deveria ter ido logo para um motel, mas fiquei achando que ela não toparia e além do mais os moteis são longe, apenas em beiras de estradas). Sugeri ficarmos ali no carro mesmo.
Notei que ela se ajeitou no banco tirou o cinto de segurança, eu também. E eu a puxei para um beijo. Sua boca grande e macia envolvia meus lábios, hálito puro,chupava gostoso minha boca. Ela se ajeitou para sentar no meu colo e ficou meio de lado, com suas mão envolvendo minha nuca (adoro beijo com mão na nuca) enquanto nos beijávamos. Meu pau já latejava e eu pensava que nem esperava aquilo no primeiro dia.
Aos poucos fui passando as mãos no corpo dela e pedi para tocar nos seios. Ela abriu a blusa, levantou o sutien e eu pude sentir aqueles seios pequenos e gostosos de novinha que cabia na minha mão. Era uma delícia. Massageie aqueles seios até que não resisti e pedi pra chupar. Ela se posicionou e eu comeceu a chupar aqueles seios de forma voraz, alternando entre eles. Minha vontade era de dar um chupão me forte de tão gostosos que eram. Era delicioso sentir aqueles peitinhos pontudos na minha boca.
Achei que ficaríamos apenas nisso, mas resolvi perguntar se ela queria gozar e praminha supresa ela disse que sim. Abaixou a calça e sentou-se no meu colo meio de lado. Vi que ela estava de calcinha preta e imaginei ela no arqurto de hotel apenas com aquela calcinha. Mil coisas passaram na minha mente. Mas naquele momento eu só tinha a chance de aproveitar aqueles minutos. Comecei deslizando a mão por cima da calcinha e logo sem seguida afastei a calcinha de lado e e passei a mão na boceta. Estava bem depiladinha, lisinha....seu clitoris era saliente e ressaltava em sua chota. Ela tem uma corpo magro, e enquanto eu tocava sua boceta já a imaginava de 4 pra mim. (Adoro fuder magrinhas). Enfiei o dedo e senti que ela estava melada, chupei meu dedo aproveitando para lubrificar o dedo no líquido dela e iniciar uma siririca no clitoris. Seu cheiro tomou o ambiente, e aquela sensação de perigo e cheiro de sexo me deixava igual cachorro. Enquanto eu a tocava ela orientava, ela soltava pequenos gemidos e dizia "assim, não para, tá gostoso". Deitou-se mais e relaxou, algumas vezes se contorcia de acordo com minha siririca, e virava os olhos.
De repente um barulho de criança, conversas, era uma família entrando no carro ao lado. Ela disse pra eu não parar. parecia não se importar e curtir o perigo de estarmos sendo vistos em um estacionamento de uma Hamburgueria. Eu meio que tentei iniciar uma chupada na boceta dela, mas a posição estava horrível. Pra eu conseguir teríamos que sair do carro e sentarmos no banco de trás, mas eu não queria interromper aquele momento (eu me arrependo de não ter feito isso). Continuei tocando a até que ele soltou um leve gemido e depois de alguns segundos começou a rir....perguntei e ela confirmou que havia gozado. Voltou para o banco do carona levantou a calça e disse que agora seria a vez dela. Abaixei a minha calça e cueca o pau duro pra fora todo melado, achei que ela não iria meter a boca e apenas tocaria uma punheta. A mina caiu de boca. Iniciou um boquete maravilhoso. Boca, leve, suave, ela revezava em punhetar e chupa. Podia sentir que ela era experiente. Sabia o que estava fazendo... Sua boca deslizava até a base do meu pau envolvendo o todo, as vezes revezava num chupada tipo penetração na bica. Não mais aguentando comecei a gemer e dando sinais de que já iria gozar... avisei que iria gozar (para que ela tivesse tempo de tirar a boca, mas no fundo eu queria era gozar na boca dela). Enfim, gozei, minha porra grossa e acumulada espirrou pra todo lado. Pequei um pano que sempre deixo no compartimento da porta e nos limpamos. Sentimos fome e decidimos voltar para a hamburgueria. Pedimos um mega hamburguer cada, conversamos mais enquanto comíamos. Pedi a conta. A levei em casa. Cerca de 3 quadras do local. Nos despedimos com elogios e a promessa de novos encontros.

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