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30 de Abril, 2018 às 09:53 Por: goianocarinhoso

6 | Três Nunca é Demais

tags: Motel, Oral, casa de swing, Grupal
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Conheci Ana através de redes sociais e logo nos tornamos bons amigos. Diante de tantos assuntos, o sexo era o preferido. Não éramos amantes ou algo do tipo. Estávamos mais para confidentes dos nossos prazeres, onde discutíamos e ríamos das nossas experiências já adquiridas.

Durante nossas conversas sempre surgiram assuntos novos e um dos que mais nos cativava era o ménage. Eu tinha tido essa experiência anos atrás e Ana também já teve uma experiência parecida. Mas eu já estava casado e esse tipo de aventura não colava no meu relacionamento atual. Ana permanecia solteira, mas também já não fazia essas peripécias a algum tempo. E porque não reviver uma experiência desse tipo novamente? Esse foi o ponto de partida para o nosso plano.

A ideia era de irmos até uma casa de swing aqui em Goiânia e buscar alguma aventura. Ana deslocou-se de BH para cá, hospedando-se em um hotel no fim de semana. Tive que inventar uma viagem emergencial de trabalho e na sexta nos encontramos no hotel que ela se hospedou.

O primeiro encontro nosso foi bem amistoso. Nos abraçamos, rimos, conversamos e fomos para o quarto dela. Ficamos falando todo tipo de besteira, alimentando nossa fantasia que poderia acontecer nessa noite e ficamos excitadíssimos com as possibilidades. Aninha me mostrou algumas peças de roupa que gostaria de usar naquela noite. Depois de me mostrar algumas peças, ela escolheu um modelito bem sexy com um decote que mostrava um pouco do busto, valorizando sua tatuagem, uma calcinha preta bem pequena e um scarpin preto.

Enquanto conversávamos no quarto, eu ficava maravilhado com aquela mulher. Sua pose, seu estilo, seu corpo... ela estava me enchendo de tesão. Aninha era do tipo gordinha, ou como ela mesmo gostava de dizer, era uma "gordelícia". E era exatamente isso. Era maravilhoso perceber sua vaidade, uma mulher naturalmente sensual e que com certeza arrancaria suspiros dos homens e mulheres naquela casa de swing. E eu já estava sem fôlego.

Ela então pegou as roupas e foi até o banheiro se vestir. Eu fiquei no quarto, aguardando ansiosamente. Mas foram apenas alguns segundos para que ela voltasse de lá e viesse até mim para me mostrar o vestido. Ficou perfeito em seu corpo. Pedi pra que ela se virasse e pude ver que ela estava muito sensual. Levantei-me e fui até ela, segurando sua mão esquerda.

- Nossa, você tá linda!

Percebi que seu rosto ficou vermelho e ela deu um leve sorriso, agradecendo o elogio. Levantei sua mão e a girei, olhando com olhos famintos todo o conjunto da obra. Fui até a beira da cama e peguei o scarpin. Ajoelhei-me e coloquei em seus pés. Afastei um pouco e realmente percebi que a obra prima estava completa. Seus cabelos loiros e soltos caíam pelos ombros e a cada tentativa dela em ajeitar os cabelos, só acrescentava à sua sensualidade. Me aproximei novamente e a envolvi em meus braços. Eu não estava me segurando e então selei sua boca com a minha. Não estava no script isso, mas não resisti. Porém foi recíproco o gesto. Nos beijamos demoradamente e ardentemente por um bom tempo. Minhas mãos passeavam pelos seus cabelos soltos, pela sua nuca e descia pelas costas. Minha excitação era extremamente difícil de esconder e por um tempo eu até tentei. Mas nossos corpos ficavam cada vez mais colados um ao outro e logo meu membro rígido forçava em seu corpo.

Fui então beijando seu pescoço, ficando completamente inebriado pelo perfume doce. Minha língua dava leves toques em sua pele e era fácil perceber o arrepio que corria pelo seu corpo. Fui beijando até chegar em sua tatuagem, no colo do seio. Ana fechava os seus olhos e em retribuição bagunçava todo o meu cabelo com suas mãos. Olhei para os seus seios cobertos pelo vestido e então me atrevi a tirá-los para fora. Os bicos rosados e tesos eram um convite para a degustação. Minha boca se apossou deles em segundos, deixando-os molhados e com os bicos mais tesos ainda. Aninha gemia baixinho no meu ouvido, pedindo pra que eu mamasse neles com mais força. Minha mão direita passou a acariciá-la embaixo, ainda por cima da calcinha. O calor que emanava do meio de suas pernas estava me deixando louco, com uma vontade insaciável de provar do seu sabor. Tirei a calcinha de lado e senti com a ponta dos dedos o mel que escorria dali. Tirei o dedo lambuzado e coloquei na minha boca. Ela olhou pra mim e pôde admirar a minha cara de satisfação em provar pela primeira vez o doce gosto dela.

Arrastei ela pra cama e a deitei ali. Voltei por cima dela, beijando sua boca, seus seios e descendo com um pouco mais de pressa dessa vez. Passei pela sua barriga, beijando e lambendo, até que cheguei embaixo. Sua calcinha já estava ensopada e apenas tirei de lado, abocanhando sua carne. A língua correu devagar pelo seu íntimo, lambendo toda a sua lubrificação natural. Aninha se contorcia, apertava os seios e abria cada vez mais as suas pernas, nitidamente demonstrando um desejo cada vez maior de ser invadida pela minha língua quente. Não havia pressa da minha parte naquela hora, já que eu criei uma grande expectativa por esse momento. Minha língua percorreu cada centímetro do seu sexo, suas pernas tremiam e seus gemidos ficaram mais intensos e altos. Seu orgasmo explodiu em minha boca e fiz questão de me sorver do seu gozo por completo. Por fim e passava a língua carinhosamente pela extensão de sua boceta, dedilhando de leve o clitóris.

Aninha sentou-se na cama e me puxou para junto dela. Nos beijamos deliciosamente e ela pode experimentar seu gosto direto da minha boca. A excitação era tamanha que imediatamente subi na cama, ficando por cima dela. Minha calça saiu do meu corpo quase que imediato e tendo a pressa como aliada, penetrei Aninha. O membro deslizou fácil, sendo totalmente engolido por ela. Os movimentos começaram lentos, apreciando centímetro dela. O calor que emanava de nossos corpos não nos afastava. Nos unia em uma deliciosa sensação de prazer. Nossas bocas não se desgrudavam de forma alguma, sempre com uma luta safada e ousada entre nossas línguas. Procurávamos nos devorar com mordidas leves nos lábios, unhas nas costas, abraços apertados e beijos nos pescoços.

Ajoelhei-me na cama, colocando as pernas de Ana nos meus ombros. Pude contemplar a delícia de mulher que ela era, apreciando suas curvas, vislumbrado com o movimento de nossos corpos. Enquanto meu membro preenchia seu interior eu dedilhava seu clitóris e ela massageava seus seios. Voltei a beijá-la, colocando nossos corpos. Estávamos totalmente entregues ao prazer e o meu orgasmo não demorou. Tirei o membro pra fora e fiz questão de mostrar a ela o quão excitado estava, ejaculando em seu ventre. Ana olhava admirada, sorrindo e me olhando com uma cara de satisfação incrível. Sua expressão de satisfação só não era maior que a minha, já que o gozo foi maravilhoso. Nos deitamos lado a lado e quase desistimos de irmos para a casa de swing. Não dessa vez!

Tomamos um delicioso banho quente, cheio de malícia beijos e mãos bobas. O clima de excitação estava alto, mas resolvemos nos guardar para o que viria mais tarde. Nos vestimos e saímos do hotel. Em menos de 20 minutos estávamos na porta da casa de swing e não perdemos tempo.

Observei o ambiente ao meu redor e não sabia exatamente o que esperar. Casa de swing pra mim era algo completamente desconhecido. Aninha estava mais tranquila, mas também pude perceber o brilho em seus olhos por estar ali. O clima era leve, a música tocava alta, alguns casais e outros mais desgarrados dançando, outros no bar bebericando, outros nas mesas mais ao fundo bem mais animados. Era possível ver um quarteto lado a lado, todos se beijando e se apalpando. Mas show mesmo foi ver em outra parte da casa o que pareciam cômodos, com poucos móveis com paredes como se fossem de vidro, totalmente transparentes. Alguns observadores ficavam na porta, com sua bebida em mãos e olhos vidrados no que acontecia lá dentro.

Ana logo se habituou aos lugares que a casa oferecia e de longe viu um letreiro em neon: "Dark Room". Ela não se conteve e imediatamente me puxou pela mão e fomos para lá. E realmente era dark, já que não havia qualquer iluminação no local, apenas uma fresta entre a cortina que "separava" dos demais locais da casa. Quando a luz atingiu dentro do dark room, pude ver várias pessoas lá dentro. Casais, mulheres agarradas em outras mulheres, homens em dupla atracados com outra mulher... um loucura que me encheu de tesão na hora. Nesse trio, havia uma mulher encostada na parede, usando apenas um vestido preto. Enquanto um estava ajoelhado devorando sua boceta, o outro alternava beijos em sua boca e seus seios expostos. Os olhos de todos se voltaram para nós, como um olhar de boas vindas. Pelo visto ninguém era dono de ninguém e tudo ali poderia acontecer.

A luz fraca logo se apagou e Ana me empurrou para a parede. Nos beijamos loucamente e logo minhas mãos percorreram o seu corpo. Apalpei seus seios, sua bunda, apertando o corpo dela contra o meu. Meu membro, em riste, clamava para ser apalpado. Ana não se conteve e em pouco tempo tirou a caceta pra fora, me masturbando lentamente. Nossos beijos eram safados e cheios de malícia. Beijei seu pescoço, percorrendo sua orelha e enfiando a língua no ouvido. Ana gemeu gostoso em bom volume e talvez isso tenha despertado as pessoas que ali estavam. Logo comecei a sentir mãos pelo corpo dela, mãos que não eram minhas. As mãos percorreram pela suas costas, indo pela bunda. Logo outras mãos apareceram, dessa vez no meu corpo. Pela leveza da mão percebi que eram mãos femininas, o que deveras me deixou um pouco mais aliviado. Honestamente não teria pudor se fossem mãos masculinas, mas eram femininas. A mão percorreu pelo meu corpo, enquanto Ana era percorrida com outras mãos safadas pelo seu corpo. Haviam agora duas mãos no meu corpo.

Ana meio que se desvencilhou ou quem estava com as mãos nela simplesmente voltaram onde estavam. Mas a pessoa que estava com as mãos em mim, entrou em nosso meio. Ficando de frente pra mim, começamos a nos beijar, enquanto Ana acariciava o corpo dela por trás. Ana foi com as mãos nos seios da adorável intrusa, apertando os seios dela enquanto beijava a nuca da moça. A moça parou de me beijar e virou o rosto pra trás, beijando calorosamente a boca de Ana. Meu tesão estava a mil e meu pau, exposto e sendo segurado pela moça, pulsava de tanto tesão. Depois a moça virou-se, ficando de frente para a Ana e as duas se atracaram num ardente beijo, enquanto eu levantava o vestido da moça e tocava sua bunda desprovida de peça íntima. Ela ainda segurava o meu pau e foi guiando o membro para entre suas nádegas. Não houve penetração, mas ficamos naquela brincadeira deliciosa, enquanto eu beijava sua nunca e suas costas. Ana não se continha e tinha os seus seios mamados pela nossa nova amiga e às vezes mamava os seios dela também.

Algum tempo depois saímos de lá, em trio, e fomos buscar alguma mesa para nos conhecermos e ficarmos mais à vontade.

Após sair da quase que total escuridão, pude ver como era a nossa amiga. Ela usava um vestido tomara que caia preto, tinha as coxas grossas e seios fartos. Seus cabelos loiros iam até as costas, o salto alto a deixava mais sexy ainda. A cintura fina fazia com que a sua bunda ficasse ainda maior e o seu jeito de caminhar era pura sensualidade. Estávamos os três de mãos dadas, caminhando pela casa e indo à procura de uma mesa. Encontramos e logo fomos atendidos por uma atendente, que rapidamente trouxe um balde de bebidas, contendo cerveja e umas bebidas do tipo Ice. Eu fiquei entre as duas. Conversamos um pouco e descobrimos o nome da nossa amiga loira.

Camila veio acompanhada de um amigo para a casa, mas ele já tinha se arrumado e estava perdido pela casa. No caso dela, o amigo não era interesse sexual, era apenas uma companhia de aventuras. Ana olhava pra mim cheia de satisfação, mas olhava para Camila com muito desejo. As duas em pouco tempo trocavam selinhos na minha frente e pra me deixar ainda mais doido, me beijavam ao mesmo tempo. Suas mãos não paravam quietas, se tocando e me tocando também. Eu estava no paraíso e em pouco tempo, nessa safadeza toda, bebemos nossas bebidas e resolvemos sair dali. Precisávamos de um espaço melhor, para ficarmos mais à vontade. Decidimos por um motel ali próximo mesmo. Saímos os três abraçados, um trio perfeito.

Ao chegarmos no motel, não perdemos tempo. A lona que tampa a traseira do carro mal abaixou e ali, na escuridão da garagem nos juntamos em um trio perfeito. Comecei beijando Ana, enquanto Camila beijava o pescoço de Ana. Depois Ana e Camila se beijaram e depois ensaiamos um beijo a três. Fomos andando lentamente, subimos alguns degraus e logo estávamos no quarto. Liguei o ar, deixei a hidro enchendo e nos juntamos novamente.

Dessa vez comecei beijando a boca de Camila, enquanto Ana ficou por trás dela. Levantei lentamente o vestido de Camila e lentamente Ana foi beijando suas costas, descendo lentamente pelo seu bumbum. Ana ajoelhou-se e nesse momento eu abri a bunda de Camila. Interrompemos o beijo e olhei nos olhos de Ana, dando um sorriso safado pra ela. Ana não perdeu tempo e aproveitando que a bunda de Camila estava abertinha pra ela, caiu de boca e sua xoxota. Camila gemeu gostoso e voltei a beijar sua boca, usando as mãos para tirar os seios dela do tomara-que-caia. Beijando seu pescoço fui descendo até os seios e em seguida passei a lamber os bicos intumescidos. Ana desfrutava da bocetinha de Camila e com sua mão direita foi tirando o meu cinto. Logo minha calça caiu aos meus pés e Ana tirou o membro duro pra fora. Virei Camila e Ana abocanhou novamente o íntimo de Camila, que gemia descontrolada com as bocadas de Ana. Coloquei a perna direita da Camila na cama e Ana teve um melhor acesso para o oral maravilhoso que ela fazia em Camila. Meu membro duro não perdeu tempo e lentamente foi penetrando a grutinha quente e úmida de Camila. O pau deslizou pra dentro dela, de forma lenta e prazerosa. Vez ou outra o pau saia de dentro da sua vagina, momento no qual Ana aproveitava para abocanhar o mastro. Ela dava algumas sugadas e logo colocava dentro da boceta da nossa companhia.

Ana levantou-se e deitou-se na cama. Camila não perdeu tempo, arrancou sua roupa e a roupa de Ana e logo as duas formaram um delicioso 69. Eu fiquei alguns segundos observando as duas se devorarem com muita sofreguidão e prazer. Camila estava por cima e se contorcia de prazer por ser devorada por Ana, que não economizava com sua língua devoradora. Camila só parava de chupar a boceta de Ana quando o tesão era insuportável pra ela. Nessa hora Camila fechava os olhos e gemia gostoso, sentido-se invadida pela gula de Ana.

Nesse momento Ana me chamou com um gesto de seu dedo indicador, apontando o meu membro para dentro da amiga. Meu membro apontou e logo eu a penetrava, enquanto Ana se deliciava com o clitóris de Camila. Ana aproveitava os momentos em que eu parava para lamber minhas bolas ou puxar meu membro de dentro de Camila e assim abocanhar a carne encharcada com o mel de Camila. Depois ela colocava novamente o cacete dentro de Camila pra que eu a fodesse, com mais força agora. Camila em pouco tempo teve seu corpo todo preenchido por uma enorme onde de prazer e logo anunciou o orgasmo.

Me deitei na cama e Ana tomou as rédeas, vindo por cima. Começou a cavalgar enquanto Camila sentou-se em meu rosto, me dando de presente a sua xoxota molhada e gozada. As duas começaram a se beijar freneticamente, enquanto Ana cavalgava sem parar. Camila esfregava sua boceta na minha boca, o que me dava imenso prazer. Adoro ter meu rosto usado por uma boceta gostosa e molhada! Eu abria bem a bunda de Camila com as mãos, acessando todo o seu íntimo com a minha língua. Logo as duas trocaram e agora eu tinha a boceta lisinha de Ana na minha boca. A sensação de ter novamente o gosto de sua boceta na minha boca era indescritível e eu apreciava cada estocada de língua dentro dela. Camila cavalgava no membro duro e as duas gemiam alto, inundando aquele quarto com os seus gemidos descontrolados.

Ana ficou de quatro, enquanto Camila deitou-se na sua frente. As pernas arreganhadas de Camila era um pedido desesperado pela língua de Ana, que não se conteve e enfiou seu rosto no meio de suas pernas. Ela sugava com vontade a boceta da nossa amiga, chupando com vontade aquele pedaço de carne suculento. Enquanto isso eu socava meu membro dentro dela com virilidade, segurando firme em sua cintura, puxando-a com força contra o meu corpo. Ana mal conseguia chupar a boceta de Camila de tão forte que ela estava sendo comida.

Depois de algum tempo, já quase no limite de nossas forças, voltei a me deitar na cama. Ana veio por cima, encaixando um 69 perfeito. Ela abocanhou meu membro e passou a chupá-lo com vontade. Camila não ficou de fora e deitou-se de bruços na cama, indo de encontro ao meu membro. As duas passaram a me devorar, dividindo o cacete com suas línguas devoradoras. As duas trocavam beijos safados e babados e depois voltavam a lamber meu pau. Camila tinha o melhor acesso às minhas bolas e passou a sugá-las também. Ana se conteve a tomar de conta do meu pau, chupando e me masturbando. As duas se olhavam e se beijavam sem parar, trocando risadas, fazendo a melhor dupla que um homem poderia imaginar. Meu corpo explodia sensações de prazer e sem poder controlar meu corpo, anunciei o gozo. Meu líquido jorrou pra cima e arfando de cansaço, só conseguia pensar no quão sortudo eu era em ter essas duas beldades na cama comigo. Se antes de irmos para aquela casa de swing Ana já me proporcionou tamanho prazer, naquele momento eu simplesmente não conseguia entender o quão prazeroso foi essa nossa brincadeira. As duas voltaram a se beijar e lentamente levantaram-se, vindo até mim. Deitaram cada uma de um lado e rimos durante algum tempo antes de irmos para a hidromassagem.

Ana tinha um fogo incontrolável e Camila também. As duas foram para a ducha primeiro. Da cama eu conseguia ver que elas não paravam, se beijando, se tocando, se chupando. Em seguida foram para a banheira e lá recomeçaram. Levantei da cama e fui até lá. Ana ficou de pé e eu atrás dela, comecei a bolinar sua bocetinha em chamas. Camila aproveitou a oportunidade e voltou a chupar a boceta de Ana, enquanto eu apertava seus seios e a beijava, com o seu rosto virado para trás. Ana não aguentou muito e seus gemidos foram ficando cada vez mais escandalosos. Logo ela gozou e Camila sorveu-se de cada gota do gozo de Ana. Nos sentamos na banheira e não nos desgrudamos mais, sempre com beijos, mãos maliciosas e bocas sedentas de prazer.

Ainda voltamos para a cama para mais uma sessão de um delicioso ménage. E com certeza essa foi a noite perfeita que tanto eu quanto Ana sonhamos. Camila foi uma grande parceira nessa experiência louca e prazerosa e mantivemos contato ainda por algum tempo. Já Ana... ah Ana! Minha querida mineira que esteve comigo nessa noite de prazer - onde três, foi simplesmente demais.

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Grato a todos que comentaram os contos anteriores, que deram o seu feedback. E um agradecimento especial a Ana, a amiga que me inspirou nesse conto. Mais uma vez, aos que quiserem fazer amizade, bater papo ou mandar sua crítica, fica aí o email para contato! Um grande abraço!

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