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11 de Julho, 2020 às 17:14 Por: Jeanlss

Ele veio me dar um presente

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"Olá! Me chamo Natasha (nome fictício), tenho meus trinta e poucos aninhos. Tenho 1,69 de altura, peso correspondente (apesar de ter ganho uns "kilinhos" nessa quarentena rsrs), seios pequenos, bumbum mediano e quadril largo. Possuo a pele clara com sardinhas, cabelos loiros no meio das costas e olhos cor de mel. E existe esse moreno que me deixa de pernas bambas só de pensar, e irei relatar nossa última transa com a ajuda do Jean, espero que gostem, porque eu amei".

Fora em um quinta-feira maravilhosa. Naquela noite fria, o único elemento que faltava era você. Passei a semana inteira apreensiva, porque você me pôs assim. Você me queria assim! Quando penso nas suas artimanhãs para me ter em suas mãos eu te odeio! Por que me deixar de quatro por ti se não for para me comer afinal? Recebo um telefonema dizendo que alguém incumbido de me trazer algo estava prestes a vir a meu encontro, e o remetente era ele. Pensei se deveria tomar um banho, trocar de roupa, mas fiquei com medo de não dar tempo e decidi esperar. Além do mais fiquei morta de curiosidade para saber o que aquele cretino havia me enviado! Vindo dele não podia ser boa coisa, aliás… Vocês entenderam, né!? Rsrs

Preciso que você entenda que fazia uns 8 meses que não nos viamos. Havíamos perdido contato devido a correria da vida, embora sempre nos bolinávamos pelo What's App através de mensagens quentes. E quando a buzina tocou lá fora fui de encontro ao meu presente… E fico perplexa por ver aquele homem ali, na minha frente. O agarrei sem dizer uma palavra e não me continha de felicidade, meus olhos estavam marejados e um sorriso bobo estampado no rosto. Em segundos eu já havia esquecido de onde estávamos e o beijei com sofreguidão, colocando naquele beijo todo o acúmulo que nos acometia.

Não tô acreditando que fez isso. Nunca imaginei que viria… Ainda mais depois de ter me pedido o meu endereço semana passada. Ahhh eu tô muito feliz! Falei evidentemente satisfeita pela surpresa.

Gostou da surpresa, branquela? Ele me perguntou com a voz terna.

Amei! Respondi ainda atônita.

O trouxe para dentro, perguntei se queria guardar o carro e ele optou por assim fazê-lo. Entramos, ele sentou ao sofá e eu me joguei em seus braços, a ficha ainda não tinha caído que eu teria aquele homem só pra mim… Me deitei em seu colo, apoiei a cabeça em seu peito e enganchei os braços em seu pescoço. Ainda não entendo como ele consegue causar tal efeito em mim. Fico em transe perto dele! Só fico querendo tetê (como chamo o ato sexual de forma carinhosa) e ele sabe disso, pois não demorou muito me deu uma de suas "ordens". Me molho só de pensar.

Deita aqui, abre essas pernas! Seu corpo está suplicando por isso.

Fiquei aérea e com minha menina babando. E lógico que fiz o que ele pediu. E claro que minhas pernas ficaram bambas na hora.

Da mesma forma que eu estava, apenas me virei de barriga para cima, para que ele pudesse alcançar minha pélvis. Me deu um beijo sugestivo, soltou meus lábios e me olhou nos olhos enquanto sua mão direita buscava meu sexo. Quando aquela mão encostou na parte interior da minha coxa, tenho certeza que corei pois meu corpo ficou em chamas! E aquele covarde, antes de me tocar arredou meu shortinho e a calcinha junto e esticou o pescoço para olhar para ela.

Tardinha! Tá toda vermelhinha e molhada… Falou me admirando. Admirando ela.

Bobo! O quê tá olhando? Perguntei meio encabulada.

A boquinha dela! Já te falei que você tem uma bocetinha linda?

Disse que sim com a cabeça, parecendo aqueles cachorrinhos de enfeite atrás dos carros. Ele tem essa mania de elogiar minha menina, diz que é linda e adora ela assim toda rosinha, ou vermelha kkk

Posso chupar? Perguntou já se encurvando, parecia que estava em transe.

Deve! Rsrs

Ele se encurvou por cima do meu corpo, o bastante para aproximar a boca da boquinha dela, mas não tocou-a com os lábios, apenas aspirou e beijou minha pélvis (testinha). Levantou o corpo, e molhou os dedos de sua mão com saliva e passou no meu grelinho. Só pude soltar um gemido, deixar a cabeça pender e fechar os olhos.
Senti um calor que subia do meio das minhas pernas e ia de encontro a minha nuca através da minha espinha. Aquilo era incrível! Ele sabe como me deixar vulnerável e eu não sei esconder esse fato dele. Não havia passado nem 10min de sua chegada e eu já estava toda molinha com um simples toque.

Ele brincou comigo como quis. Esfregando a palma da mão na boquinha dela, de forma alternada, hora rápido outrora bem delicado e conversando comigo, todo atencioso. Molhava a mão e esfregava, dava tapinhas, e passava a mão nela toda, deixando tudo lambuzado. Até que enfiou dois dedos em mim… Uau! Aquilo me deixou louca, e me escapara um grito. Ele me segurou com a outra mão e disse pra eu abrir os olhos e olhar pra ele, e assim o fiz. Enfiava os dedos vagarosamente e foi aumentando o ritmo. E bastou pouco mais de dez enfiadas rápidas e eu estava gozando pela primeira vez (squirt).

Isso minha linda, geme pra mim, geme... Dizia enquanto dava tapinhas na boquinha dela, e me deixava recuperar os sentidos, eu bambinha, zonza e com a perereca parecendo que ia pegar fogo.

Por que você faz isso? Perguntei com a voz chorosa.

Era o que você queria, uai. To errado?

Cretino! Covarde! Eu te odeio.

E fui calada por um beijo e mais dedadas na minha menina que agora estava ensopada, assim como o sofá. Disse a ele que eu tava molhando tudo e o cachorro disse: e você tá adorando.
Brincou mais uns minutos com minha bocetinha enquanto chupava meus peitos, a posição o favorecia e ele estava aproveitando o banquete. E eu ali a mercê de sua "covardia" e apenas aproveitando. Parecia que ele tinha umas dez mãos, pois estava em todos os lugares, me possuía por inteiro. Daí o chamei para o quarto, pois precisava senti-lo dentro de mim.
Levantei até tonta, valendo das paredes do corredor e segurando em sua mão. E ele com aquele sorrisinho de cafajeste na cara, por saber que estava conseguindo me deixar fora de órbita, mais uma vez.

Chegamos ao quarto e ele nem me deixou acender a luz direito e já veio me pegando, de costas para ele, e me conduzindo para a cama. Beijava minha nuca, apertava meus seios e com a outra mão buscava meu sexo. Daquela forma avassaladora que tanto amo.
Quando penso que não ele para, se afasta de mim e me pede para deitar de frente para ele, pois queria me ver. Claro que deitei! Mas antes fiquei toda peladinha, e minha menina estava lisinha, como sempre, e inchada. O estágio que ela fica rosinha havia se dissipado a tempos.
Ficou me olhando por alguns instantes, pediu pra eu segurar minhas pernas com as mãos e agora eu estava completamente exposta a ele e seu bel prazer. E ele sem cerimônia, se ajoelhou, me puxando para a beirada da cama e com aquela língua ávida e quente começou a palmear cada centímetro da minha pererequinha, não preciso dizer que gozei de novo, né?! Me chupou com gosto, de boca cheia, com aquela vontade característica de um amante e bebeu todo meu melzinho.

Gozei algumas vezes em sua boca, assim como em seus dedos (sim eu gozo várias vezes, e descobri que eu podia fazer isso nas garras desse homem), e ele se levantou. Já havia se desvencilhado da sua parte de baixo da roupa, ficou de pé, com aquele pinto apontando para o teto e arrancou a blusa, me fazendo lembrar da nossa primeira vez… Olhou e me perguntou se podia me comer, e usou exatamente essas palavras: "Posso te comer?" Aquilo me deu uma repuxada dentro de mim e me molhei mais, se é que era possível, como se estivesse me preparando para recebê-lo. Respondi com um asceno e o chamando com o dedo indicador, mas adoraria ter dito: "O caminho tu já sabe de cor e salteado. Meu corpo nem se fala, o conhece nos mínimos detalhes, a mesa está posta sirva-se!".

Me arrastou para a beira da cama onde teria uma melhor investida. Pincelou a cabeça dele na boquinha dela, deu umas batidinhas, forçou a entrada e olhou para mim e disse para olhar pra ele novamente. Me pegou pela cintura, um pouco acima do quadril, e me puxou pra si ao passo que mergulhava seu membro lentamente no meu interior. A cada centímetro que entrava eu sentia minha carne dando espaço para aquele invasor. Estava amando ser invadida daquela forma! Tantas vezes brinquei sozinha imaginando aquele momento… E jogou seu troco em cima de mim, buscou meu seio esquerdo com a boca e alternando com o pescoço, ficava me torturando enquanto entrava e saia de mim, me levando à loucura. Passei minhas mãos em suas costas, coloquei a mão em seu quadril e sentia e aproveitava cada investida que dava, não demorou muito e eu estava esquichando no seu pau. O que pareceu ficar mais rijo, e inchado dentro de mim. Tive que parar de escrever umas duas vezes para me tocar. E mesmo assim, quando lembro fico toda ruborizada… Meus biquinhos dos peitos ficam a ponto de furar o pijama.

Naquele vai e vem cadenciado ele continuou o deleite. Vezes levantava para ver o que estava fazendo, ora levantava uma das minhas pernas, esfregava o meu grelinho enquanto metia, abaixava para me beijar, dizia o quanto eu estava linda e quanto estava adorando aquilo (sua voz…), e claro, gozei mais algumas vezes debaixo daquele negro delicioso, porque não sou obrigada...rsrs

Por fim, falei para ele deitar, e aquilo foi engraçado pois a cama estava toda molhada. Ele deitou, e eu fiquei de pé, de costas para ele e sentei gostoso rebolando em seu mastro. E a cada sentada era um suspiro que ele soltava, então era minha vez de maltratar ele e dei o meu melhor para fazer jus. Comecei a "morder" o pau dele dentro de mim e ele se contorcia sem rumo, implorando para eu parar.
Após alguns minutos e de suas súplicas, levantei e subi em cima dele pois queria cavalgar (amo sentir aquele pau todo dentro de mim) e assim o fiz. Rebolei, sentei, agachei, quicava e ele se contorcendo debaixo de mim a cada travada que dava com ele lá dentro. Estava me sentindo um mulherão da porra! A cada sentada era um gemido de ambos, hora ou outra eu escorria em cima dele e ele urrava querendo gozar. Me segurou pela cintura, e meio que hipnotizado me fitou por alguns minutos e disse que não aguentava mais. Então fui boazinha e disse:

Goza pra mim, amor!

Ele tentou me tirar de cima, mas não deixei, aquela era a melhor parte! Amo me sentir inundada.

Levanta! Disse tentando me tirar de cima...

Goza pra mim amor, pode gozar nela, eu deixo! Mal terminei de dizer e ele soltou um grunhido.

E o que se seguiu foi uma explosão, tanto dele quanto minha. Minha intenção era só observá-lo mas não aguentei quando o senti inchar e pulsar dentro de mim, a cada sentada era uma jatada dele e uma esguichada que eu dava. Ele soltou um grito e eu gemi gostoso e gozei mais gostoso ainda.
Coração batendo a mil, respirações ofegantes, cheiro de sexo, pernas bambas, perereca inchada/ardendo, e agora paz… Me deixei cair em seu peito, ainda encaixada nele até recobrarmos a consciência.
Levantei, vou tomar uma ducha, levei uma toalha para ele se limpar pois tinha que ir, e essa foi nossa última transa, que aconteceu ontem. E você voltou para sua vida.


...



Hoje, esse quarto não é o mesmo eu não sou mais a mesma, fecho meus olhos e quase consigo sentir sua presença, sendo interrompido pelo nosso cheiro no ar. Não imaginava que ainda teríamos essa química. A respiração estava ofegante, meu corpo implorava para você ficar, minha menina chorava para você ficar. Cada sentada era um desejo que se realizava do jeito que imaginei, me senti pequena em teus braços seu beijo ainda sinto o gosto, suas mãos desenhando cada detalhe do meu corpo. Ele me completa! Que droga de amor é esse que mesmo que você diz não, meu corpo só entende que sim!? Amor de pica.



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