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02 de fevereiro, 2018 ŕs 16:00 Por: kasa

Mara – Amantes - Flagrados pela corretora (Conto Real)

tags: trepada, traição
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Mara – Amantes - Flagrados pela corretora (Conto Real)


Aqueles 15 dias da lua de mel dela me pareceram uma eternidade e foi exatamente o que ela me disse assim que chegou em casa e me ligou enquanto o marido descarregava as bagagens do carro. Disse que estava morrendo de saudades, que queria me encontrar no dia seguinte de qualquer jeito, falou rapidamente que ligaria pela manhã, me disse um beijo e desligou, o cara tinha entrado em casa.

No dia seguinte, me ligou logo cedo, arrumou um jeito, disse que iria até o Carrefour, marcamos um encontro lá.

Assim que nos encontramos, saímos e fomos direto para um motel, matamos nossa saudade, fizemos amor por mais de duas horas, conversamos muito e decidimos que iríamos continuar juntos e nos veríamos o máximo possível, decidimos também que eu iria me mudar para uma casa ou um apartamento em uma rua mais discreta, para facilitar a chegada e a saída dela de forma que não chamasse a atenção.

Naquele mesmo dia ela ligou para várias imobiliárias, encontrou uma casa para alugar e marcou visita com a corretora para o dia seguinte.

Nos encontramos e fomos para o endereço fornecido pela corretora, ela ainda não havia chegado, como estávamos sós, assim que chegamos fomos entrando na garagem e no quintal nos fundos da casa, como não havia ninguém, começamos a nos beijar e a nos abraçar, o tesão gradativamente foi aumentando, abri a blusa dela comecei a beijar e mamar seus peitos, ela ao mesmo tempo abriu minha calça e começou a pegar e apalpar meu pau. Logo depois forcei-a para baixo e assim ela abocanhou meu pau gulosamente, ao mesmo tempo em que sugava e segurava meu pau com uma mão, com a outra acariciava e apertava meu saco. Chupava deliciosamente engolindo totalmente meu pau e por vezes simplesmente lambia e beijava a cabeça. Fiquei louco com aquilo, empurrei-a até encostar na parede, levantei sua saia até a cintura e tirei sua calcinha, e ali mesmo correndo o risco de chegar alguém, simplesmente soquei meu pau naquela bucetinha totalmente molhada e latejando de tesão, com minhas mãos apertava sua bunda e puxava o corpo dela de encontro ao meu, socava meu pau até o fundo, socando e socando por diversas vezes, ela só gemia, beijava meu ouvido e falava baixinho:

- me come querido, fode sua putinha, fode!

Devido ao tesão e talvez ao medo de sermos flagrados, ela gozou rapidinho, seu corpo tremia, com isso e após uma estocada bem forte e profunda, gozei também, enchendo aquela bucetinha deliciosa de porra.

Mal acabei de gozar, escutei:

- NOSSA!

Fomos flagrados transando, era a corretora que havia acabado de chegar acompanhada de outro casal, viu nosso carro na porta e foi entrando para nos encontrar, assim que nos flagraram imediatamente se viraram e voltaram para a entrada da casa.
A corretora nos pegou, Mara estava encostada na parede, blusa aberta com os peitos à mostra, saia acima da cintura, eu com a calça e a cueca abaixada até o chão e segurando uma calcinha na mão esquerda e com meu pau socado na bucetinha de Mara.
Foi o maior susto, ficamos ali paralisadas sem reação alguma por alguns segundos e ao mesmo tempo começamos a rir, e depois a nos vestir novamente, saímos imediatamente e calmamente fomos direto para o carro sempre rindo do acontecido e fomos embora.

Lógico que não alugamos a casa e nem tão pouco voltamos a falar com a corretora.


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