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05 de Outubro, 2017 ŕs 18:42 Por: Patrícia

Professor coroa tira a virgindade de aluna sapatão

tags: Lésbica, virgem, bissexual, professor, velho, descabaçar
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Eu sempre me declarei lésbica, sempre fui a bares de público lésbico. Continuo pegando mulheres ainda é adorando. Só vim experimentar uma rola faz pouco tempo. Com quase 30 anos. Na universidade.

Foi na universidade mesmo que paguei uma disciplina com o cara que iria me descabaçar. Um professor de Filosofia que estava dando uma disciplina para o nosso curso (da área biomédica).

Eu conhecia a fama dele e uma amiga dele havia dado para ele e gostado. Eles saiam as vezes. Ela tinha vergonha de contar, mas ela trocou sexo por notas. E sempre ficava muito chateada com garotas que faziam o mesmo que ela fez. Acho que ela tava sendo trouxa apaixonada, e que esse cara ia largar a esposa (outra professora lá da universidade para ficar com ela). Para ficar com ele, ela nunca vai ser a "oficial". Para mim a professora que é esposa dele sabia de tudo que ele fazia e estava de boas. Eles não iam se divorciar e ela tava perdendo tempo, enquanto para ele ela era uma boa foda com uma novinha. Afinal se ela quisesse me dar aquele rabo malhado eu iria querer.

Desde o início da minha adolescência eu amo mulheres e sinto muito tesão por ela. Nunca tive interesse romântico com homens e tesão por homem era coisa muito rara mesmo. Devo ter sentido umas 2 vezes na vida até então, mas nunca transei com homem.

Esse professor não era bonito, a pesar de não ser um cara feio ou repulsivo. Era normal. Brancão, acima do peso, cabelo loiro (boa parte grisalho) e muito alto. Não sei o que minha amiga via nele.

Logo na primeira etapa eu tirei notas muito baixas. Muito baixas mesmo. E tive medo de não conseguir recuperar nas próximas duas etapas. Resolvi procurar falar com ele para fazer uma reposição com os alunos que tinham faltado.

Fui a sala dele no departamento de filosofia. Era uma boa sala. Um belo escritório. Conversei com ele e propus fazer a prova de reposição com os faltosos. Ele não queria aceitar. Eu estava numa situação complicada, sem os créditos eu ficaria no perigo de não me formar no próximo ano. Continue argumentando e ele não queria aceitar. Eu já estava puta da vida e disse “tá então eu dou para vc e vc melhora a minha nota como fez para outras, né?”. Eu falei isso para ofender mesmo. Não foi uma proposta. Ele disse “tudo bem. Eu aceito. Venha aqui na minha sala depois de amanhã”. Eu saí da sala irada. Eu não tinha a menor intenção de aceitar. Eu só queria ofender ele, por causa da má vontade dele e da frieza com minha situação. Mas ele é síndico e não ficou ofendido.

De noite em casa tive dificuldade para dormir. Tava com muita raiva. Mas tava com tesão louco nele que não sei de onde veio. Me masturbei, Eu tava muito molhada mesmo. Nem acreditei. Pensei nele e nas trepadas que minha amiga contou detalhadamente que teve com o velho. Pensava em mim chupando a rola dele, enquanto ele chupava meu grelo. Gozei, querendo aquele macho que tinha idade para ser meu pai, que não estava em forma… eu não entendia o meu tesão nele.

No dia seguinte tentei evitar ele ao máximo, mas os pensamentos sexuais não paravam. Eu tava louca de tesão. Chamei uma “amiga de foda” para aliviar, mas enquanto eu lambia o grelo dela só imaginava aquele homem me fodendo por trás. A pesar que perceber que não iria para de pensar nele. Eu resisti e não fui a sala dele no dia seguinte.
Ele não ficou diferente comigo. Conversou normalmente comigo e depois com outros alunos que chegaram. Depois assisti a aula dele numa boa. Ele anunciou a prova de reposição para a próxima semana. E que o restante que havia feito a prova estavam liberados de vir nesse dia.

Esperei a turma sair e falei por último com ele. Voltei a conversar de me liberar para fazer a prova de reposição. Ele disse que eu mesma tinha colocado a condição de fazer a prova é que não havia comparecido para resolver o problema. Falou que eu tinha o final de semana para resolver e mais 2 dias. E que ele esperava a minha resposta e visita na quarta-feira. Fiquei um tempo pensando não respondi, não fiquei estressada e saí batendo porta como na primeira vez. Apenas disse “vc sabem que eu sou lésbica, né? Que nunca fui penetrada por um pênis. Não sabe?”. Ele respondeu que sim e que não era o primeiro cabaço que ele iria tirar. Não respondi que sim, mas também não disse que não. Sai de lá apenas com um t'chau . até logo'.

Em casa continuou a tortura. Uma dúvida cruel. Não apenas dar para homem, mas dar para melhorar as notas. Isso era como prostituição e abuso de poder. Mas ele me pegou na palavra. Fui eu que disse e ele apenas aceitou. Foi um belo truque dele. Cafajeste inteligente.

Foram dias de muita siririca e de muito vídeo de homens velhos fodendo moças com metade da idade deles. Tava tentando aliviar o tesão, mas só alimentou. No último no dia anterior ao “prazo” eu já estava decidida a dar para ele e imaginava como iria ser. E como eu iria fazer para minha amiga e ninguém do departamento ficar sabendo.

Fui rapidamente no escritório dele e disse que topava, mas que não podia ser lá. Já tinha planejado bem o que fazer e não queria que fosse na sala dele no departamento pois minha amiga poderia acabar descobrindo. Nem podia sair de carro com ele. Pedi um Uber e fui para um motel que eu gostava e que não era longe dali. Combinei com ele que eu ia esperar na calçada do shopping próxima ao motel e que ele me pegava lá no carro dele. Não demoramos a chegar no motel. E ele não tentou nem uma conversa.

Entramos no quarto. E eu estava muito nervosa mesmo. Tremia. Ele veio me beijar e foi estranho primeiro, depois eu relaxei e comecei a beijar de volta com gosto. Era a primeira vez que eu beijava um homem com a barba cheia. Comecei a molhar a calcinha quando aquele mão enorme começou a passear no meu corpo enquanto ele me puxava para perto do corpo dele com a outra.

Eu realmente não sabia o que fazer. Foi ele que levou minha mão para massagear a pica dele por cima da calça. E depois foi ele mesmo que tirou a rola e me disse como punhetar ele. Tenho que admitir que ele massageou bem meu grelo. Sabia como fazer para me manter molhada sem chegar ao ponto de me fazer gozar ali mesmo em pé no lado da cama.

Ele me sentou na cama e me disse para chupa “ela”(a pica dele). Eu botei na boca meio sem jeito, mas fui gostando e fechei os olhos para aproveitar melhor a sensação da rola na linha boca. Passei a lingua na cabeça e senti um gostinho estranho. Um pouquinho de porra tinha saído do pau dele. Era aquela porrinha que lubrifica a rola para entrar na vagina. Pensei que ia ter nojinho, mas pelo contrário, gostei. Ele me disse como fazer umas coisas. Me ensinou a chupar uma vara. Mas ele não queria gozar na minha boca.
Ele mesmo tirou a vara de minha boca e me mandou deitar no meio da cama. Na hora fiquei com medo dele me descabaçar naquela hora, mas ele começou um oral delicioso. Sentir aquela barba rodeando na minhas coxas e na minha xoxotinha foi gostoso demais. Ele sabia fazer bem. Foi colocando dedo no minha boceta e no meu cu. O velho era bom de oral. Gozei deliciosamente.

Chegou a hora de me “descabaçar”. O velho era muito bom. Me fez querer aquela rola. Pegou a cabeça da pica e começou a massagear meu grelo com ela. Foi “testando” até entrar. Não vou mentir e dizer que não doeu. Doeu principalmente quando entrou toda e ele ficou parado com aquele pica dura dentro de minha boceta por um tempinho. Mas teve momentos que eu sentia uma coisa muito gostosa dentro de minha boceta enquanto ele metia. Senti dor e sangrou um pouquinho depois. Mas foi bom. E eu não tinha o que reclamar. Fiquei com uma sensação estranha, uma dorzinha de nada, na minha boceta por um dia ou dois. Mas comecei a querer pica de novo pouco tempo depois.

O velho que é muito escroto, convenceu minha amiga a me perguntar se eu topava sexo a três com eles. Como eu sempre quis mamar na boceta daquela vadia, aceitei. Que garota gostosa! Valeu a pena dividir pica com ela.

Eu não sou feminina, sou meio “sapatão”, depois disso comecei a dizer que eu era bi. Adoro bocetas e adoro rolas deliciosas.




Comentários

26 de Outubro, 2017 ŕs 08:50

Sempre que leio fico puto de tesão e penso que temos de prestar mais atenção pois a mulher tem desejos e vontades, sim de ser safada mesmo, de sentir prazer como nunca entre 4 paredes, independente se é evangélica, mãe, dona de casa..crente..comprometida, seja como for..tem vontade de ser bem fodida, descobrir o que sabe que existe dentro dela.. pena que as vezes não tenha coragem pra falar mais morre de desejo,por isso gosto de conversar, ajuda-la a perder a timidez whats (47) 92,12.64.11
15 de Outubro, 2017 ŕs 23:32
Ibida
gostei da sua historia foste tão verdadeira no sentindo da mulher, boa historia Patricia.

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