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10 de Janeiro, 2017 ŕs 05:02 Por: FuriaHR

O caso de Roberto e Joana

tags: Coroa
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Quarta - Feira, 8:30 da noite, como de costume, Alex avisava a Joana que estava saindo para a casa de um de seus amigos assistir ao jogo de futebol, voltava às onze. Joana já estava acostumada com as noites de quarta, desde antes de se casarem, as noites de quarta eram sagradas, isso não incomodava antes, mas nos últimos meses, Joana nem lembrava qual era o cheiro do pênis do seu marido. Há algumas semanas ela conheceu Roberto, o novo vizinho de apartamento no prédio, um homem alto, gordo, negro. Com um semblante simpático e sempre sorridente, conheceram-se no elevador. Ela já tinha simpatizado com ele na conversa do elevador, mas quando ambos saíram no mesmo andar, um pensamento lhe ocorreu, talvez ele pudesse ser um bom amigo, ela tinha saudades de quando morava em bairro, conhecia os vizinhos e nutria amizade por alguns deles. A vida em condomínio às vezes era muito solitária pro gosto dela. Com o tempo se aproximaram e Roberto passou a ser uma companhia frequente pra ela nas noites de quarta e nas tardes de domingo, quando Alex a trocava pelo futebol. Em uma dessas noites algo saiu do controle, Joana olhou para aquele homem tão gentil e másculo, sentiu um forte impulso de beijá-lo e se deixou levar, quando viu já estava sentada no colo dele no sofá, sentindo o pau dele se erguer dentro da calça por baixo da sua bunda, as línguas se roçavam freneticamente e a saliva arriscava escorrer pelos cantos da boca, quando ela voltou a si, se levantou e se desculpou. Era pra ter acabado ali, ela o evitou o resto da semana, mas no domingo bateu na porta dele, querendo conversar sobre o quê tinha acontecido. Parecia que tudo estava acertado e que nada mais iria se repetir, mas na quarta seguinte, após o marido sair ela foi arremetida por uma carência repentina e bateu à porta de Roberto, ao abrir o rapaz se surpreendeu com uma mulher baixa, corpo bronzeado, um pouco acima do peso com coxas grossas e uma bunda grande e macia, que já tinha sentado no seu colo, seios medianos, cabelos encaracolados fartos tingidos de ruivo. Joana estava vestindo unicamente um mini shorts justo e uma bata frente única, ela pulou sobre o vizinho puxando-o pelo pescoço e beijando-o excitada, a mão desceu procurando o pau dele e quando o puxou pra fora viu um membro não tão longo, mas muito grosso, cheio de veias saltadas e uma cabeça vermelha latejante. Foi a primeira vez que ela traiu Alex. A primeira de muitas.
Depois daquela noite, as visitas de Roberto passaram a ser o evento mais esperado por Joana toda semana. Noites de quarta e tardes de domingo. bastava ela se certificar que Alex não voltaria esquecido de nada, que trocava de roupa, passava uma mensagem para Roberto e em 1 minuto um homem grande e forte bateria a porta para fodê-la como seu corninho de estimação a muito tempo não fazia. Naquela noite não foi diferente. Ela usava um vestido floral amarelo muito curto, quase um babydoll e absolutamente nada por baixo. Avisou a Roberto que estava pronta e ele atendeu seu chamado de prontidão.

Roberto: Eu bati na porta, ela me puxou pra dentro já me beijando com muito fogo, procurando meu pau dentro da bermuda. Me arrastou pelo colarinho e me levou até o quarto, me jogou na cama, veio por cima e tirou meu pau pra fora pra chupar gostoso, até sentir a primeira gota de porra na ponta língua. Depois disso veio levantando o vestidinho revelando uma bucetinha quente e molhada de tesão, implorando pra ser chupada até a última gota. Ela sentou na minha cara e esfregava a xota na minha língua. Ficamos nisso até ela gozar e me encher a boca. Depois tirou o vestido, eu me apoiei no encosto da cama pra ela poder sentar na vara enquanto eu mamava aqueles peitos gostosos, apertava e mordia até ouvir ela gemer de dor, eu sabia que ela gostava assim. Quando eu estava quase gozando pedi pra ela ficar de quatro, peguei a camisinha no bolso da bermuda e depois de pronto entrei fundo na gostosa. Comecei com bombadas meio leves e fui aumentando até que ela deitou o torço, abriu mais as pernas e empinou a bundona pedindo pra eu mandar ver com força. Eu estava quase deitado por cima dela e metendo com força naquela buceta gostosa e esmagando a bunda com meu peso. Ela começou a gozar de novo, com tanta força que eu não aguentei e gozei junto, nós dois gememos nos esparramando na cama, ela quase sumiu debaixo de mim. Depois que recobramos o fôlego ela tirou a camisinha do pau e chupou a porra de dentro olhando pra mim com cara de putinha safada, já estava ficando excitado de novo, ela sem perder tempo caiu de boca até me deixar em pé pro segundo round.

Joana: Depois daquela cavalgada que dei na língua dele, sentei na rola grossa e dei meu peito pra ele mamar. O safado sabe do quê eu gosto, apertou e mordeu até deixar os dois inchados, eu fico louca com isso. Depois meu macho me pediu pra ficar de quatro, obedeci abanando a bunda como uma cachorra. Ele pois pra dentro me deixando larga, pouco a pouco. Eu sentia aquele pau grosso empurrando tudo por dentro, tão gostoso, parecia que ele tava me varando até o cérebro, com minha bucetinha quase engasgando com tanta carne dentro dela. Ele foi se animando, aumentando o ritmo, me ajeitei e pedi pra ele judiar da minha xota. Aquele homenzarrão em cima de mim, suando, bombando forte, espalhando seu cheiro de macho no quarto. Gozamos juntos, meu tesão era tanto que acho que gozei mais do quê ele. Depois ele continuou em cima de mim, aquela respiração forte, aquele rocambole amolecendo dentro de mim, uma delícia. Bebi a porra dele como se bebe água direto do côco. Meu garoto se levantou de novo. Enchi de beijos e afundei até a garganta até sentir ele em ponto de bala de novo. Sentei em cima, de costas pra ele, pernas bem abertas, me olhando no espelho do guarda-roupa. Me ver toda vermelha, cavalgando um macho aumentou mais o tesão, fui aumentando a velocidade, rebolando, pulando e gemendo, vi minha buceta babando deixando aquele pau preto quase branco. Ele estava bufando de prazer metendo a mão na minha bunda, um tapa mais forte que o outro até que não aguentou e encheu minha boceta de porra. Jatos fortes e quentes dentro de mim, não perdoei, me ajeitei e sentei com mais e mais força, pedi pra ele segurar minhas costas enquanto tocava uma siririca ao mesmo tempo pra aproveitar ao máximo aquela tora. Gozei feito uma puta, gemi alto, os vizinhos podem ter escutado, mas não me importava. Se falarem pro Alex, que contem, ele merece depois de me deixar na seca à quase um ano. Eu estava no céu. Senti a porra escorrendo gostoso pra fora. Ficamos de namoro na cama até ouvir o narrador anunciando fim de jogo na TV da sala, era hora de bancar a inocente de novo. Roberto voltou pro apartamento dele, tomei um banho mais demorado, tocando outra siririca pensando naquele cavalo de homem me comendo de tudo quanto é jeito. Mal posso esperar por domingo, e sei que ele também não.

Quarta-feira, 11:30 da noite. Alex chega em casa com bafo de cerveja, bêbado. Liga a TV e assiste ao mesa redonda até cair no sono no sofá. Quinta às 6:30 da manhã Joana o acorda pro trabalho como é de costume.

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