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06 de Janeiro, 2017 ΰs 13:29 Por: SEVERUS

Irmãs unidas em tudo (trabalhadoras IV) Segunda parte

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Sou Severus, e aqui começa a segunda parte da história que esta sendo narrada, pela Joana.
Informo que dividi em partes essa narrativa, por ser muito extensa a pedido narradora.
Agora é com Joana, boa leitura.

Dez minutos depois, ter feito Edvaldo gozar, com uma gostosa mamada, em uma rua deserta. Chegamos ao motel, que não era nada de especial, pelo contrário estava bem descaído. Porém, como diz o ditado – Se não tem tu, vai tu mesmo.
Na portaria uma mulher bem desanimada, nos deu a chave de um quarto, que pedi por um período de três horas, que era o mínimo.
Chegamos ao quarto que não era aquela coisa e apesar da simplicidade estava bem arrumado, limpo, e cheirava bem.
Coloquei minha bolsa sobre a mesa que havia ao lado da porta, enquanto Edvaldo colocava a bolsa dele em uma das cadeiras.
Quando ele se virou para mim falei – Então querido, pronto para me provar, nos dois sentidos?
Ele fez cara de paisagem e eu disse com um sorrisinho – Provar que você é gostoso e bom e me provar, saborear, eu já saboreie você.
Puxei-o para a cama e o fiz deitar, tirei os sapados dele as meias, enquanto ele abria a calça, puxei-a pelas pernas e joguei de lado.
Edvaldo tirou a camisa e ficou só de cueca, sorri e comecei a tirar a blusa bem lentamente, eu o queria excitado novamente, e estava naquele momento com dúvidas se ele conseguiria, depois de tudo que gozou na minha boca, mas, continuei. Abria um botão de cada vez, sempre olhando para a cara dele, não estava com um dos meus melhores lingeries, não iria adivinhar que naquele dia iria dar para alguém, porém, era sexy meia taça, depois virei de costas para ele, e olhando por cima do ombro, soltei o fechecler da saia, e fui descendo lentamente o zíper, quando ele abriu tudo, soltei a saia e levantei os braços. A saia caiu, nessa hora torci para dar certo, pois já havia feito isso algumas vezes para meu marido, em duas ocasiões a saia não desceu. Desta vez deu certo e deixou minha bunda á mostra com uma calcinha, que hoje chamaria de cós alto, coisa que as mulheres que lerem saberá o que é que estou falando.
Deixe me dizer que minha bunda é um pouco grande e não lisinha, tenho celulite, como a maioria das mulheres.
Virei-me e Edvaldo apertava o cacete, que parecia meio duro, quando apoiei o pé na cama para tirar a sandália, Edvaldo falou – Não, fica de sandália, acho muito excitante.
- Sem problemas querido – e subi na cama engatinhando e fiquei de quatro sobre ele.
Olhei e vi que ele ainda tentava se excitar mais, então comecei a beija-lo, nas orelhas, pescoço, peito. Lambi e mordisquei seus mamilos, desci pela sua barriga, até chegar á virilha. Passei o rosto naquela vara, que já estava quase totalmente acorda.
Tirei sua cueca, e deitei entre suas penas e comecei a lamber aquele saco escuro e sem pelos. Perdi um tempinho ali, fazia tempo que não lambia um saco.
Edvaldo gemia baixinho de prazer, então fui subindo lambendo todo o caralho que já estava duro novamente, até chegar á cabeça roxa. Lambi e chupei um pouco, agora já estava de quatro entre as pernas dele, os peitos, que disse que são grandes rosavam suas pernas, e meus bicos estava muito duros. Larguei aquele pau e fui subindo esfregando os peitos, primeiro no pau, depois na barriga e peito.
Depois sai de cima dele e deitei na cama e falei – Vem Edvaldo vem mamar aqui vem e balançava os peitos com a mão.
Edvaldo se virou de pronto e caiu de boca nos peitos. Nossa, ele parecia um bezerrinho com fome, lambia, chupava e mordiscava os meus mamilos, abocanhava e chupava.
Então de repente, ele desceu e caiu de boca na minha boceta, quando a língua dele subiu por toda a extensão dela, que também, não é muito pequena, tenho grandes lábios e o clitóris também, a fotos são ilustrativas, mas, chegam bem perto. Quando senti aquela vigorosa lambida, gemi alto como uma cadela no cio, sem nenhuma vergonha.
- Aiiiiiiiii, que delicia seu filho de uma puta, que língua gostosa, aiiiii, que gostosooooo – Mas não podia deixar ele me fazer gozar assim, então falei – Vem Edvaldo mete esse cacete gostoso em mim. Fode a minha bocetona.
Ele não se fez de rogado, veio por cima de mim e foi enviado àquela pica gostosa em mim – Aiii, issoooo, mete tudo caralhudo gostosooooo, fode minha boceta. Minha aiiiii, buceto... aiiitona .
Edvaldo meteu um pouco em mim na posição de papai e mamãe, então tirou o pau de mim, me fazendo protestar – Porque tirou?
- Fica de quatro dona Joana, quero comer você como cadelinha – e foi me virando.
Fiquei de quatro e recebi aquele mastro fundo na minha boceta, me fazendo urrar.
- Aiiiiii seu puto, devagar, aiii, assim, agora me come uiiii... deliciaaaa... puto... fode a cadela aqui, fode – gemia e gritava as vezes.
- Gostosa, falei que tinha um bucetão gostoso, o delicia – ele soca em mim, não aguentando mais gozei como nunca, me joguei para á frente, gemendo e apertando as pernas, enquanto o gozo ia diminuindo.
- Filho da puta, que gozada gostosa, nossa Edvaldo, que delicia – Gemi quando ele deitou do meu lado e ficou me olhando ali deitada de bruços, sorrindo de prazer e disse – Então Edvaldo, gostou de mamar nos meus peitos, sou bucetuda gostosa como você imaginava?
- Muito gostosa. Tem uns peitões deliciosos e uma buceta gulosa, igual sua boca – disse sorrindo bem malandramente.
Levantei-me e disse já volto – vou tomar um banho sozinha – Falei para ele que estava começando a se levantar.
Tomei um gostoso banho, e me preparei porque eu não ia desperdiçar a chance de trepar novamente com ele.
Quando cheguei ao quarto Edvaldo assistia a um filme pornô na TV e disse – Vai tomar um banho você agora, lava bem esse cacete, que acho que estou querendo novamente, acho não sei ainda – Ele riu e tomou seu banho.
Quando voltou, eu estava olhando para a Tv, mas perdida em pensamentos, pensando na minha família. Contudo, não estava arrependida e queria mais.
Ele se deitou ao meu lado e logo começou a lamber o bico do meu peito do lado dele, aquilo já me fez dar uma molhadinha. Então sua mão, entrou entre minhas pernas e começou a massagear minha buceta deliciosamente. Isso me fez arcar o corpo e gemer gostoso.
Então ele deslizou lambendo minha barriga, coxa e chegou a minha xana já encharcada novamente.
Depois de um tempinho parou de me chupar e deitou na cama de costas, segurando o cacete e balançando. Entendi na hora, deitei de atravessada na cama e comecei a lamber e chupar bem lentamente aquele cacete, ás vezes olhando na cara de safado dele.
- Esta gostando de ver sua picona, entrar em minha boquinha seu tarado? – E meti na boca novamente, agora de olhos fechados degustando aquele belo cacete.
- Vem - ele falou – Vem por cima, vem cavalgar aqui no meu pau. Subi rapinho e logo estava com aquela pica atolada na buceta, rebolando e gemendo gostoso.
Então ele disse para eu sair, e a contra gosto obedeci. Ele me deitou de bruços e veio por cima de mim, beijando minha nuca, minhas costa, e aquele cacete no meu rego, me arrepiava. Ele foi descendo mordiscando minhas costas, beijando, e quando chegou á minha bunda, ele passou a língua no meu reguinho e desceu a até o meu rabo. Tremi com aquela língua no meu cúzinho que deu uma piscadinha, ele ficou um tempo ali um tempo lambendo meu rabinho.
Ele voltou e se deitou sobre mim, seu cacete bem encaixado no meu reguinho, sussurrou no meu ouvido – Você tem realmente uma bunda maravilhosa, e um cúzinho gostoso. – Ele falava e esfregava aquela vara no meu rego.
Então falei – Seu chance Edvaldo, o rabo eu não dou, não gosto, dói e me incomoda. Dar o rabo eu não dou mesmo, o resto pode o pedir o que quiser.
- Já tentou – ele disse continuando a esfregar o pau na minha bunda, que já estava toda melada.
- Já e doeu, e além do mais você tem um cacete de respeito – Falei agora meio com medo mesmo.
Ele saiu de cima de mim e me virou e falou – É que não fizeram direito, não excitaram a dona direito, e não alargaram um pouco primeiro – disse bem de vagar descendo para o meio das minhas pernas e começou a lamber minha boceta, me fazendo esquecer o medo e gemer gostoso, ele lambia tudo de baixo para cima e de cima para baixo, eu escorri de tesão.
Então senti seu dedo acariciando o meu cúzinho e estava gostoso, devido a minha excitação e a língua dele na minha buceta.
Ele levantou a cabeça e sem parar de alisar meu rabinho, que piscava involuntariamente e falou – Então esta gostoso assim, língua na buceta e dedinho alisando o rabinho? – Olhe como pude para ele e disse – Assim esta, só alisando esta gostoso sim, muito mais com essa língua na minha xana.
- Olha tá bem meladinho aqui – E votou a lamber lentamente minha boceta, parou e sem levantar a cabeça disse – Posso enfiar o dedinho um pouco posso? – E abocanhou minha xana. Lembro que gemi um sim.
Ele então enfiou o dedo minha boceta melando bem, e voltou a me lamber, seu dedo voltou ao meu cúzinho, ele alisou e foi lentamente enfiando. Apesar de excitada apertei meu anelzinho resistindo um pouco.
- Calma. Relaxa que você vai gostar, relaxa – e voltou a me lamber. Concentrei-me e relaxei como pude. Senti seu dedo me invadindo até entrar inteiro. Apesar da língua na xana, aquele dedo me incomodava um pouco, mas, não estava ruim, principalmente quando ele começou um vai e vem com ele, tirando quase tudo e voltando a enfiar. Até que tirou e senti entrando na minha boceta e voltando a enfiar lentamente no meu rabo, ele havia enfiado o indicador, e agora enfiava o anelar, que é mais cumprido.
Relaxei novamente como pude, e senti entrar tudo, novamente ele começou o vai e vem bem lentamente e confesso estava gostoso, tanto que dei uma reboladinha.
- Isso dona Joana, viu como fica gostoso, assim mesmo rebola, no meu dedo – Falando assim, começou a beijas, não lamber minha xana.
Eu realmente estava gostando daquele dedo enfiado no meu rabo, tanto que minha boceta escorria mais e mais, descendo e melando tudo.
De repente senti que ele forçava outro dedo junto aquele, e falei meio sem forças – Não Edvaldo.
Ele voltou a lamber lentamente minha xana e continuou a forçar a entrada do segundo dedo. Engoli em seco e tentei relaxa, senti então o meu anelzinho se alargando para receber o outro invasor. Começou a doer novamente, mas, fiquei firme, e como da outra vez, a dor foi sumindo. E logo o vai e vem no meu rabo era com dois dedos, senti que realmente tinha ficado mais fácil e rebolei novamente.
- Me faz gozar Edvaldo, estou com muito tesão – Foi a deixa acho para ele. Virou-me de bruços e começo a esfregar aquela pica no meu rego, até encaixa-lo na entrada do meu cúzinho.
- Não Edvaldo, eu não vou aguentar – e quis fugir, mas, não tinha para onde.
- Calma – ele falou bem suavemente – Fica calma e relaxa, mas tem que relaxar e ficar calma.
Senti a ponta de seu pau forçando meu cúzinho todo melado. Senti aquele cacete forçando cada vez mais, e tentei relaxar. Senti o entrando, me arrombando e gritei – Paraaaaa, por favor, para - Edvaldo recuou e eu apertei o anel involuntariamente.
Ele se debruçou sobre mim que tremia, e me beijou o rosto e falou – Calma. Dona Joana, tem que relaxar, não ficou gostoso com os dedos? – E eu respondi meio soluçando – Seu pau é mais grosso que os dedos, além do que você estava chupando minha boceta, que dava tesão. Agora só sinto dor e medo.
Ele virou, e começou carinhosamente a beijas e lamber meus peitos, e foi falando – Vamos tentar de outro jeito para ver se conseguimos em? – Que jeito? – Quis saber.
- Vamos tentar de frente então – disse me puxando para a beirada da cama. Então ele se ajoelhou e começou a lamber novamente minha boceta e depois desceu para o meu rabo, que naquela posição fica bem exposto.
Ele tentou enfiar o dedo, mais não estava mais assim lubrificado e doeu e eu falei – Para, para, esta seco, vai doer.
- Espere - Disse e foi até o criado mudo ao lado da cama, e pegou um tubo, que eu não havia percebido estar ali. Era um tubinho de KY.
Senti o gel geladinho tocar meu cuzinho, ele espalhou bem, e depois enfiou o dedo que entrou rápido me fazendo soltar um ai.
- Viu dona Joana, com um creminho vai dar certo – Falou já enfiando o segundo de e fazendo o vai e vem. Porém, sem a língua na xana, não estava muito bom.
- Edvaldo, tira, por favor – Falei – Sem a língua me excitando não vai dar e não tem como você meter e me chupar ao mesmo tempo.
Ele olhou para mim sorrindo e disse – Tem um jeito sim – Como? – perguntei.
- A dona nunca se masturbou, nunca bateu uma siririca não? – Já, e as vezes ainda faço isso, mas é muito raro, só quando estou com muito tesão e... – Ele me cortou e falou – Então, você vai tocando uma e eu vou metendo. E você vai ver que depois de um tempinho nem precisa mais, que vai estar bom, acredita nestes velho nego aqui – e Piscou para mim.
- Olha Edvaldo, tudo bem, até podíamos tentar, mas, agora já furou tudo, acabou meu tesão – e falando sentei na beirada da cama.
Edvaldo era mais atencioso que eu imaginei, e claro, ele tinha que ser queria me enrabar. Então foi até o telefone e pediu duas cervejas e uma água, que chegou rapidamente. E ele me deu água que bebi um pouco e disse – Quero uma dessas ai – Que me foi dado sem demora.
Olhei para o relógio e falei – Edvaldo, temos mais 50 minutos, quer se arrumar? Quer ir já?
Ele colocou a latinha já vazia de lado e mexendo no pau que estava completamente amolecido disse – Querer não quero, mas se a dona quiser que posso fazer?- e olhou para mim com cara de criança abandonada. Sabia o que ele queria, porém, tinha medo, bastante. Por outro lado queria tentar e Edvaldo merecia essa tentativa.
Olhando para ele, e ainda receosa falei – Você que comer meu rabo não é? Esta frustrado por não conseguir, não é verdade? Eu também fico chateada, mas, entenda é difícil para mim. Tem mulher que gosta. Eu nunca gostei nem consegui realmente. Você entende? – Ele ainda mexendo naquela pica amolecida concordou com a cabeça.
Levantei-me e sentei de frente para ele em seu colo e falei segurando seu rosto – Você é tão legal, que vou te dar uma chance. Mas, vai ter que me excitar bastante. Se conseguir tentamos mais uma vez – Um brilho surgiu em seu olhar, e senti que o falecido estava acordando – Opa, sinal de vida aqui em baixo – falei esfregando minha boceta no pau dele que estava rapidamente endurecendo.
Ele me jogou na cama, caiu sobre mim, beijando meu pescoço, chupando meus peitos gulosamente, me puxou novamente para a beirada da cama e ajoelhado caiu de boca na minha boceta. E como chupava aquele cara nossa.
Chupou até me ver se retorcendo e gemendo, então colocou KY nos dedos e logo estava com os dois me alargando novamente. Até que eu disse – Vai Edvaldo tenta agora, quero tentar, tenta – falei quase implorando, porque estava com muito tesão e podia gozar logo.
Edvaldo passou mais gel no meu cúzinho e no seu pau, e quando senti a cabeço do seu pau pincelando meu rabo, comecei a me masturbar.
Sente a ponta se posicionar e ele começou a forçar a entrada, relaxei o máximo e com ajuda do gel a cabeça entrou rápido me fazendo gritar – Aiiii Edvaldo, devagar filho da puta esta doendo – E instintivamente coloquei as duas mãos no peito dele tentando debilmente afasta-lo. Porém, com a cabeça dentro, Edvaldo não queria mais recuar.
- Relaxa porque a cabeça já entrou, relaxa deixa acostumar agora – e não tentou enfiar nenhum centímetro a mais. Mas estava doendo e comecei a soluçar, e mesmo com as lágrimas escorrendo comecei novamente a me masturbar.
Não é fácil, talvez para vocês mulheres que curtem, mais não é fácil. Porém, minhas pregas se acostumaram aquele rolo enfiado nelas. E a dor diminuiu e o tesão aumentou, tanto que dei uma empurradinha na bunda para frente fazendo entrar mais um pouquinho, mas, percebei que quando ele tentou empurrar doeu.
- Tira Edvaldo, por favor, tira, assim não vai dar – Falei implorando novamente, e ele tirou bem devagar, senti o vazio que ele deixou, pois meu cúzinho havia sido alargado. E antes que ele falasse alguma coisa, subi mais na cama e falei – Deita aqui, vai deita rápido.
Ele deitou e eu subi nele. Peguei o gel, e passei no meu rabo, e senti que estava mesmo alargado.
- Não se mexa, deixa só comigo, por favor – Disse me levantando sobre os joelhos e encaixei aquele cacetão na entrada do meu cúzinho.
Como já estava mais alargado a cabeça entrou mais facilmente, parei um pouco e fui forçando a bunda para baixo o fazendo entrar lentamente. Edvaldo só me olhava não mexia um musculo. Estava doendo, mas, não tanto. E quando vi senti os pelos dele e as penas na minha bunda. Respirei fundo e falei – Entrou tudo, nossa, estou suando – disse e continuei – Continua parado, me deixa acostumar – então ele esticou a mão e começou a dedilhar minha boceta, senti então um calor subindo, e levei a mão aos peitos e os segurei.
Crie coragem e comecei a rebolar lentamente com aquele cacete enterrado no meu cúzinho, e logo estava rebolando com mais velocidade e gemendo, porque estava gostoso. Não sei se estava gostoso porque estava com muito tesão, ou se naquele momento estava realmente sentindo o que as mulheres que curtem serem enrabadas curtem.
Edvaldo começo a se mexer também. Levantei-me um pouco o suficiente para que ele pudesse fazer o movimento de vai e vem com aquele cacete no meu rabo.
Mas, minhas pernas cansaram – Para Edvaldo espera, minhas pernas estão doendo – e subi até tirar aquele cacetão do meu cú. Ai senti um enorme vazio atrás.
- Fica de quatro cadelinha – ele então falou. Obedeci a rapidinho.
Ele se veio por trás, colocou seu cacete na entrada do meu cúzinho e foi enfiando, nessa posição doeu novamente. Aguentei firme, deite a minha cabeça no travesseiro, arrebitando mais minha bunda mais ainda. Estiquei a mão e comecei a me masturbar, enquanto Edvaldo fodia meu cúzinho sem parar.
- Viu sua cadela, como falei que aguentava o cacete no cú? Em vagabunda, chupado, tá bom levar pau no cù? – E bombeava sem dó.
- Filho da puta, aiiiii, esta doendo cavalo, puto aiiiii – choramingava, mas estava gostando de alguma forma.
Aquele dia soube o que significava morder a fronha, estava bom, mas estava ardendo e ele não parava então ele enfiou e parou com o pau vibrando enterrado no meu rabo, e senti que ele estava enchendo meu cú de porra. Gozei junto com ele.
Nunca mais sai com ele, ou com qualquer outro homem, tentei dar o rabo para meu marido, sem sucesso, só o Edvaldo havia me comido o rabo e eu havia gostado.

- Ei, ei Joana. Planeta Terra chamando – Era minha irmã me fazendo voltar a realidade.
-Desculpa viajei agora – disse procurando minha latinha de cerveja.
- Acabou a cerveja mulher, e só tem Smirnoff Ace, eu falei para você e você concordou com a cabeça.
- Desculpa mesmo Jane, nossa lembrei agora, do fato de 12 anos atrás, viajei de volta.
- Deu para perceber, deve ter sido uma trepada e tanto em? – Perguntou minha irmã abrindo a latinha dela.
- Não foi nenhuma trepada não só paguei um boquete no carro para ele e só – Menti deslavadamente.
- Certo, se você esta dizendo eu credito - Falou tomando um gole da sua latinha.
- E você como foi? Você disse que foi há dois anos, bem recente perto do meu! – Falei abrindo a minha latinha.
- Quase como você, eu e o Roberto estávamos em uma fase difícil, quase se separamos, então um dia, saindo da loja dois, encontrei um cara que trabalhava para um de nossos fornecedores. Começamos a conversar, me convidou para um suco, papo vem papo vai, me falou que havia sido despedido, e por sorte não por justa causa, e que agora estava trabalhando em uma empresa pequena.
Quis saber o motivo, ele enrolou e falou que pegaram ele comendo a secretária do chefe no depósito, muito burro, levasse para um motel. Falei isso para ele. Ele riu e disse que havia sido ela que atacara e coisa e tal.
Continuamos falando começamos a tomar umas cervejas a mais e acabou, que eu carente e ele esperto, indo para um motel, onde rolou tudo de cabo a rabo como dizem e depois nunca mais também.

Fim da Segunda parte

Comentαrios

08 de Janeiro, 2017 ΰs 04:27
Garoto Dotado
VEM SAFADA (67) 8404-9021 Quero mais detalhes sobre esse conto!

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